terça-feira, 26 de março de 2024

Projeto obriga laboratórios a informarem efeitos de remédios em motoristas

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 Radiografia da Notícia

* Entre efeitos colaterais estão sonolência, tontura, visão turva e lentidão de reflexos

* Segundo o texto, as empresas ficam obrigadas a informar o consumidor sobre efeitos colaterais dos medicamentos 

* O projeto estabelece que as informações sejam legíveis e de fácil compreensão

Luís Alberto Alves/Hourpress/Agência Câmara

O Projeto de Lei 877/24 determina que os laboratórios farmacêuticos incluam, nos rótulos de medicamentos, alertas sobre os riscos de dirigir veículos após ingerir o produto, quando for o caso. A Câmara dos Deputados analisa a proposta.

Segundo o texto, as empresas ficam obrigadas a informar o consumidor sobre efeitos colaterais dos medicamentos que possam interferir na capacidade de dirigir veículos motorizados, como sonolência, tontura, visão turva, lentidão de reflexos, entre outros.

O projeto estabelece que as informações sejam legíveis e de fácil compreensão, podendo ser apresentadas na forma de texto ou símbolos.

“Ao tornar essas informações acessíveis, os usuários de medicamentos serão capazes de decidir se devem ou não dirigir após o uso das medicações, o que contribui para reduzir o número de acidentes de trânsito”, argumenta o deputado Juninho do Pneu (União-RJ), autor do projeto.

Próximos Passos
O projeto será analisado, em
caráter conclusivo, pelas comissões de Saúde; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Projeto garante exame para diagnosticar trombose em mulher

    EBC


Radiografia da Notícia

* A proposta está em análise na Câmara dos Deputados

* A proposta, em análise na Câmara dos Deputados, garante ainda a realização de terapias para tratar a doença

* Condição que pode causar coágulos sanguíneos e levar à morte

Luís Alberto Alves/Hourpress/Agência Câmara

O Projeto de Lei 637/24 garante a todas as mulheres a realização de exames para descobrir se têm trombofilia – tendência ao surgimento de trombose, condição que pode causar coágulos sanguíneos e levar à morte.

Esses exames devem ser oferecidos nas seguintes situações:

  • antes da prescrição do primeiro anticoncepcional;
  • ao longo do pré-natal; e
  • antes da prescrição de reposição hormonal.

A proposta, em análise na Câmara dos Deputados, garante ainda a realização de terapias para tratar a doença, em hospitais ou clínicas públicas e particulares.

O Ministério da Saúde, junto com secretarias estaduais e municipais, deverá promover campanhas de conscientização sobre os riscos da trombofilia em mulheres que usam anticoncepcionais.

Vida

Já os hospitais e postos de saúde deverão divulgar em local visível e de fácil acesso o direito aos exames.

Segundo o deputado Amom Mandel (Cidadania-AM), autor da proposta, alterações hormonais naturais ao longo da vida da mulher podem interferir na coagulação do sangue, tornando-se mais crítico quando associado à trombofilia. “É fundamental descartar o diagnóstico no início da vida adulta, antes de iniciar a utilização do medicamento”, alerta o parlamentar.

Mandel reforça que, durante a gestação, a trombofilia merece atenção redobrada, pois a gravidez é um dos fatores que causam distúrbios na coagulação. “Quando uma gestante desenvolve trombofilia, o risco é elevado colocando em perigo a vida da mãe e do feto.”

Próximos passos
A proposta tramita em
caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


segunda-feira, 18 de março de 2024

Consumidor ficou em média 10,4 horas sem energia em 2023, mostra Aneel

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Radiografia da Notícia

* O levantamento representa dado médio, tempo e número de eventos de interrupções divididos pelo total de consumidores

* Em 2023, as concessionárias pagaram R$ 1,08 bilhão à agência reguladora, contra R$ 765 milhões em 2022

* Somente as distribuidoras com mais de 400 mil consumidores foram avaliadas

Agência Brasil 

Apesar de grandes apagões provocados por tempestades no ano passado, como em São Paulo e no Rio Grande do Sul, o brasileiro ficou, em média, menos tempo sem energia em 2023. Segundo levantamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o consumidor ficou 10,4 horas sem eletricidade no ano passado, com cinco cortes de fornecimento no ano.

O levantamento representa dado médio, tempo e número de eventos de interrupções divididos pelo total de consumidores. Em 2022, o brasileiro ficou 11,2 horas sem energia, com 5,47 cortes de fornecimento, em média, para cada um.

Segundo a agência, houve melhora na qualidade de prestação do serviço entre 2022 e 2023, com redução no tempo médio e na frequência das quedas de energia.

Milhões

Mesmo com a redução do tempo sem eletricidade, as distribuidoras com níveis altos de interrupção de energia pagaram mais compensações à Aneel no ano passado. Em 2023, as concessionárias pagaram R$ 1,08 bilhão à agência reguladora, contra R$ 765 milhões em 2022.

As compensações são pagas por meio de descontos na conta da luz. Segundo a Aneel, o aumento é consequência do aperfeiçoamento das regras de compensação para destinar mais valores a consumidores com “piores níveis de continuidade”.

A Aneel também divulgou o ranking de avaliação de grandes distribuidoras de energia. As companhias são avaliadas com base no tempo médio em que cada unidade consumidora ficou sem energia e no número médio de interrupções ocorridas. Cada empresa tem uma meta estabelecida pela agência reguladora, que avalia se os critérios foram cumpridos.

Avaliadas

Somente as distribuidoras com mais de 400 mil consumidores foram avaliadas. Em 2023, a companhia mais bem avaliada foi a CPFL Santa Cruz, que atua no interior de São Paulo. A concessionária com pior avaliação foi a Equatorial Goiás.

Confira o ranking da Aneel, da melhor para a pior classificação. Em alguns casos, houve empate:

•    1: CPFL Santa Cruz;

•    2: Equatorial Pará;

•    3: Cosern;

•    3: Energisa Sul-Sudeste;

•    5: Energisa Tocantins;

•    5: EDP Espírito Santo;

•    5: Energisa Paraíba;

•    8: Energisa Minas Rio;

•    9: CPFL Piratininga;

•    9: RGE;

•    11: Energisa Mato Grosso;

•    12: EDP SP;

•    13: CPFL Paulista;

•    13: Energisa Mato Grosso do Sul;

•    15: Energisa Sergipe;

•    15: Coelba;

•    17: Light;

•    18: Celpe;

•    18: Elektro;

•    18: Enel CE;

•    21: Enel SP;

•    21: Enel RJ;

•    21: Equatorial MA;

•    24: Celesc;

•    25: Copel;

•    27: Neoenergia Brasília;

•    28: CEEE Equatorial;

•    29: Equatorial Goiás.

Projeto proíbe a exportação de animais vivos para abate

    Getty Imagens/Agência Câmara


Radiografia da Notícia

* A proposta está sendo analisada pela Câmara dos Deputados

* Alguns países importam bovinos vivos para o abate somente no destino por motivos religiosos

*  “As condições insalubres e os espaços reduzidos constituem maus-tratos evidentes”

Luís Alberto Alves/Hourpress/Agência Câmara

O Projeto de Lei 521/24 proíbe a exportação de animais vivos para abate ou reprodução. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei da Política Agrícola, que trata do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária.

“Atualmente, o transporte de animais por via marítima para exportação levanta preocupações”, disse o autor da proposta, deputado licenciado Célio Studart (CE). “As condições insalubres e os espaços reduzidos constituem maus-tratos evidentes”, criticou.

Alguns países importam bovinos vivos para o abate somente no destino por motivos religiosos. Em 2023, as exportações brasileiras ultrapassaram US$ 474 milhões, o equivalente a 6% das vendas de carne bovina desossada congelada.

Atualmente, a Coordenação de Boas Práticas Agropecuárias do Ministério da Agricultura e Pecuária oferece orientações para o transporte de cargas vivas, visando aumentar a segurança, evitar a dor e reduzir o estresse desses animais.

Tramitação
O projeto tramita em
caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Como conectar sua marca à Geração Z?

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 Radiografia da Notícia

* Maneira como o público jovem interage com suas marcas favoritas exige ações personalizadas e menos genéricas

* As novas gerações representam uma enorme força no mercado que, aliada a expectativas únicas, pressionam as empresas para que estabeleçam conexão e diálogo com os jovens

* Além disso, 57% dos consumidores demonstraram lealdade às empresas que possuem preocupação com essas questões

Redação/Hourpress

A dinâmica do mercado está em constante mudança, exigindo que as marcas se adaptem a novos públicos e tendências. As novas gerações representam uma enorme força no mercado que, aliada a expectativas únicas, pressionam as empresas para que estabeleçam conexão e diálogo com os jovens, em prol de prosperarem.

Os jovens nascidos entre 1998 e 2010, membros da “Geração Z”, são conhecidos por serem "nativos digitais", ou seja, aqueles que já nasceram dividindo a atenção com a internet. Além disso, se caracterizam por seu senso crítico apurado. São exigentes, valorizam a autenticidade e buscam experiências inclusivas e diversas.

De acordo com os resultados da pesquisa Global Marketing Trends 2022, realizada pela Deloitte, 94% dos consumidores entre 18 e 25 anos expressaram o desejo de que as empresas se envolvam em discussões sobre questões sociais. Além disso, 57% dos consumidores demonstraram lealdade às empresas que possuem preocupação com essas questões. Para eles,  identidade e posicionamento vindos das marcas são indispensáveis, à medida que procuram se conectar emocionalmente com marcas que se alinhem ao seu lifestyle, promovam experiências e tenham missão, visão e valores bem definidos. 

Atenção

“Hoje, podemos dizer que a Geração Z tem uma conexão especial com o live marketing, esse grupo valoriza o relacionamento com as marcas de um jeito diferente. É importante que as marcas direcionem seus produtos e serviços e estejam presentes nos mais diversos ambientes ocupados pelos jovens, adaptando-se às exigências e particularidades apresentadas por esse público-alvo", defende a gerente de marketing da Alive Brand, Bruna Alves. 

Na prática, o live marketing, é uma forma de chamar a atenção do seu público, ao interagir de maneira criativa, permitindo que os participantes tenham uma experiência direta com a marca. É possível também incluir interações em que o público tem a chance de testar produtos, oferecer feedback em tempo real, participar de sorteios ou concursos. 

Dentre as marcas preferidas da Geração Z, estão no topo aquelas que estabelecem uma forte presença em seu cotidiano, promovem valores coerentes com suas crenças, oferecem experiências personalizadas e autênticas e demonstram um comprometimento genuíno.

Para Bruna, “As marcas que dominam essa estratégia sabem que não se trata apenas de promover um produto. É sobre se alinhar ao jovem e ao seu comportamento de consumo. Eles querem se sentir parte de algo maior”. Desta forma, ela defende que os eventos são desenhados para serem mais do que apresentações, mas grandes espaços de interação.  

Mais do que qualquer coisa, o live marketing proporciona experiências únicas e, associado a uma identidade de marca que seja aliada aos valores e aspirações da Geração Z, estabelece um relacionamento sólido. É exatamente isso que eles procuram.



terça-feira, 12 de março de 2024

Os desafios da mulher no mercado automobilístico

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 Radiografia da Notícia

* No entanto, alguns nomes femininos também foram valiosos para a história automobilística

* Com o passar do tempo, a inserção feminina no mundo dos motores foi acontecendo

* O número ainda é pequeno em comparação com a inserção masculina

Redação/Hourpress

O mercado automobilístico, tradicionalmente, foi desenvolvido e dominado por homens ao longo dos anos; Henry Ford, Enzo Ferrari, Ferruccio Lamborghini e Carroll Shelby são algumas das personalidades masculinas que moldaram o setor da forma que o conhecemos hoje. 

No entanto, alguns nomes femininos também foram valiosos para a história automobilística, como Laura Dominica Garello, que teve papel fundamental na criação do império da Ferrari; e claro que não poderíamos deixar de citar Bertha Benz, a primeira pessoa no mundo a dirigir um automóvel.

Com o passar do tempo, a inserção feminina no mundo dos motores foi acontecendo, mas ainda é um cenário adverso. Segundo uma pesquisa realizada pela Data OLX Autos, reunindo informações da plataforma e de dados recentes do mercado de trabalho formal (RAIS – Relação Anual de Informações Sociais), no intervalo de 2011 para 2021, o número de mulheres trabalhando em montadoras cresceu quase três pontos percentuais, em 16,8% da presença feminina estava nas fábricas, já em 2021, as mulheres representavam 19,4% da força de trabalho.

O número ainda é pequeno em comparação com a inserção masculina, muitos são os desafios das mulheres para trabalharem neste mercado. Nesse sentido, a YPF Brasil, que dá forças ao potencial feminino, reuniu algumas de suas colaboradoras, desde o  alto escalão da empresa, até o time de produção, para contar o cotidiano das mulheres  numa empresa automobilística.

 Aline Lipske - Operadora de Produção

“É gratificante ser mulher e executar  as mesmas funções que os outros operadores homens, mesmo sendo mulher, me sinto um exemplo de que o gênero não determina a capacidade da pessoa, mas sim, a  aptidão e força de vontade.

O maior desafio é o preconceito, apesar de ter sido bem aceita pela YPF Brasil, tenho ciência que no mercado não é bem assim, a mulher sempre será julgada pelo porte físico quando se trata de trabalho pesado”, comenta.

 

Silmara Grandberg, Gerente de Suprimentos

“Ser mulher é um presente, é uma oportunidade de exercitar as várias facetas da vida com excelência e conquistar grandes alegrias.

Nem sempre é fácil, são muitos os obstáculos visíveis e invisíveis. A liberdade e o direito de trabalhar em condições iguais e em dignidade, segurança, remuneração e justiça. Tudo isso são fatores fundamentais para o bem-estar de qualquer indivíduo na sociedade.

A conquista do espaço feminino é uma jornada em desenvolvimento, e requer de cada uma, a clareza diária de poder realizar qualquer meta que propuserem. 

Em uma indústria dominada historicamente pelos homens, poderão haver momentos de impotência ou de sentir de não estar progredindo tão rapidamente quanto poderiam estar.

Mas é importante manter o foco nos objetivos e seguir em frente, não ter medo de falar e fazer sua voz ser ouvida, não parar de se aperfeiçoar, e estar  aberta a aprender sendo  flexível  às  mudanças, e  claro, não desistir dos desafios!”, afirma.

 Elaine Quirino – Diretora Lubrificantes 

“O papel da mulher no mercado de trabalho, seja qual for o segmento, é desafiador! E claro que existem segmentos/empresas que são ainda mais difíceis, como é o caso das Petroleiras, predominantemente preenchidas por homens.

Para mim, ter conquistado a posição de diretora de Lubrificantes, dentro de uma empresa Petroleira, é uma grande vitória, mas é um constante desafio, pois existem muitas situações onde eu preciso estar me auto afirmando, comprovando a capacidade e habilidades que tenho, pelo simples fato de ser mulher. Confesso que é um mercado com muito preconceito e que vem, lentamente, evoluindo”, finalizou..

Pesquisa aponta o WhatsApp como boa ferramenta de comunicação com empresas



    Arquivo/Hourpress


 Radiografia da Notícia

* Recursos do aplicativo podem ser utilizados para estreitar o relacionamento com os clientes

* Segundo o estudo, 58% acreditam ser uma boa maneira de tirar dúvidas ou receber suporte técnico

*  Investimento em formas de contato com o consumidor é de extrema relevância para lojas e marketplaces

Redação/Hourpress

Pesquisa divulgada em fevereiro pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offerwise Pesquisas, mostra que 86% das pessoas afirmam que o WhatsApp é uma boa ferramenta de comunicação com as empresas. Segundo o estudo, 58% acreditam ser uma boa maneira de tirar dúvidas ou receber suporte técnico, 38% para agendar horários e 35% para o recebimento de promoções.

 

Para Weslei Lima, gestor do Mercado Topográfico, plataforma de divulgação de produtos e serviços do setor de geotecnologia, a implementação de canais de atendimento como o WhatsApp é benéfica para qualquer empresa. “Ao adotar essas novas tecnologias de comunicação, podemos oferecer uma experiência mais conveniente, personalizada e envolvente para os consumidores e, simultaneamente, reduzir a distância entre o cliente e o vendedor, fortalecendo assim o vínculo entre ambos”, avalia.

 

Lima acrescenta que o investimento em formas de contato com o consumidor é de extrema relevância para lojas e marketplaces e isso é uma tendência do mercado. “Desde que criamos a plataforma Mercado Topográfico vimos a necessidade de ficar mais próximos para facilitar a comunicação entre profissionais, empresas e clientes interessados em serviços e produtos. Com as novas tecnologias adicionadas ao nosso marketplace, percebemos um estreitamento nas relações, o que tem sido bastante positivo”, conta.

 

O gestor comenta ainda que a empresa planeja realizar mais investimentos nesse setor. “Nós já contávamos com os meios mais convencionais, como telefone e e-mail, e nos atualizamos com o atendimento por WhatsApp, além de grupos em aplicativos de mensagem e divulgação de atualizações via redes sociais. Para o futuro, chatbots e assistentes virtuais que visam responder às perguntas dos clientes em tempo real, fornecer suporte técnico, ajudar na seleção de produtos e até mesmo processar pedidos diretamente, estão na lista de prioridades para aprimorar cada vez mais esse contato e aumentar o laço de confiabilidade entre nossos clientes, parceiros e a plataforma”, finaliza.

 

Sobre o Mercado Topográfico

Criado em 2022, o Mercado Topográfico é um e-commerce de divulgação de produtos e serviços do setor de geotecnologia. A plataforma concentra profissionais e soluções desenvolvidas por fabricantes, autônomos, distribuidores e licenciados, atendendo as mais variadas demandas do setor, considerando que a solução oferecida por um profissional pode ser a necessidade de uma corporação e vice-e-versa. A plataforma conta com suporte humano em horário comercial e on-line 24 horas, para cadastrados e clientes com dúvidas sobre os produtos e serviços ofertados. Além da possibilidade de oferecer equipamentos, ferramentas e outros produtos e serviços, os parceiros têm acesso às vagas de emprego e cursos de capacitação ministrados por especialistas. Para saber mais, acesse o link.