terça-feira, 20 de outubro de 2026

Tarifaço: exportações por contêineres para os EUA sofrem queda de 15,6%, em 2026

     IA


Radiografia da Notícia

* O aumento dos embarques para outros parceiros comerciais ajudou a compensar a queda das exportações brasileiras para os Estados Unidos

Redação/Hourpress

De janeiro a agosto de 2026, o volume exportado pelo Brasil em contêineres para os Estados Unidos teve uma redução de 15,6%, na comparação com o mesmo período de 2025, de acordo com levantamento realizado pela Datamar, empresa líder no setor de informações de comércio exterior e dados de transporte marítimo para a costa leste da América do Sul. Enquanto nos primeiros oito meses de 2025 foram transportados 270.814 TEUs, no mesmo período de 2026 o volume ficou em 228.585 TEUs (medida padrão usada no transporte marítimo e na logística global, cada TEU equivale a um contêiner de 20 pés).

 

Para Andrew Lorimer, CEO da Datamar, a queda nas exportações brasileiras em contêineres para os Estados Unidos pode estar relacionada ao tarifaço imposto pelo presidente americano Donald Trump a determinados produtos brasileiros. “Os dados da pesquisa mostram como a expansão do comércio convive com um ambiente de mudanças tarifárias. Mas, apesar dessa considerável queda em relação aos Estados Unidos, as exportações brasileiras mantiveram crescimento no conjunto dos destinos. O avanço foi de 4,9%, passando de 2.059.506 TEUs para 2.161.255 TEUs, no período analisado”,  disse Lorimer.


China
 

O aumento dos embarques para outros parceiros comerciais ajudou a compensar a queda das exportações brasileiras para os Estados Unidos. Entre os destaques estão a China, que registrou aumento de 14,4%, e alguns países europeus — a Itália, por exemplo, teve crescimento de 25,1%, e os Países Baixos, de 20,4%.
 

“No caso da Europa, o bom desempenho nas relações comerciais se deve ao acordo Mercosul-União Europeia, com uma política tarifária bem mais vantajosa para ambas as partes, que passou a valer a partir do dia 1º de maio deste ano. Isso ajudo a sustentar as vendas brasileiras”, concluiu o CEO da Datamar.

Organizações pedem investigação sobre vazamento do Smart Sampa

IA


 Radiografia da Notícia

* Coalizão Direitos na Rede e outras dez organizações acionam a ANPD contra a Prefeitura de São Paulo e a empresa Sentinelx por falha de segurança no maior sistema de vigilância do Brasil

Redação/Hourpress

Durante quase um ano, qualquer pessoa com acesso à internet poderia ter entrado no sistema de câmeras do Smart Sampa,  o programa de vigilância da Prefeitura de São Paulo, e visto rostos de crianças em creches, acompanhado pacientes em hospitais e pesquisado nomes, CPFs e boletins de ocorrência de moradores da cidade. Isso porque as credenciais de acesso ao sistema ficaram expostas em um repositório público na internet por cerca de 11 meses, sem nenhuma proteção.

A Coalizão Direitos na Rede e outras nove organizações de direitos humanos, digitais, e saúde pública apresentaram um ofício à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) pedindo a abertura de processo de fiscalização e a adoção de medidas sancionatórias contra a Prefeitura de São Paulo e a empresa Sentinelx, responsável pela tecnologia do programa. 

“Não estamos falando apenas de uma falha de segurança, mas de um sistema que monitora crianças em creches, pacientes em hospitais e pessoas em situação de vulnerabilidade, expondo informações extremamente sensíveis. A segurança pública não pode servir de justificativa para afastar direitos fundamentais nem para permitir que tecnologias tão invasivas operem sem fiscalização. É urgente que a ANPD investigue as responsabilidades e adote medidas sancionatórias para impedir que essas violações continuem”, afirmou Yasmin Rodrigues, pesquisadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania, integrante da Coalizão Direitos na Rede.

Centros

A falha, revelada em reportagem do UOL, expôs 181 logins e senhas de usuários, dados de mais de milhares de agentes de segurança e instruções técnicas suficientes para reproduzir o sistema inteiro em qualquer computador ou celular. As câmeras comprometidas chegam a 58 mil, instaladas não apenas em vias públicas, mas também dentro de creches, hospitais, escolas e centros de atendimento a dependentes químicos da Prefeitura. 

A matéria demonstrou, ainda, que, a partir das credenciais vazadas, era possível acessar o sistema e visualizar, em tempo real, imagens de câmeras espalhadas pela cidade, incluindo ambientes onde se espera privacidade absoluta, como salas de creches, corredores de hospitais e centros de atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade por uso de drogas. Além das imagens, a plataforma da Sentinelx permitia pesquisar nomes completos, CPFs e placas de veículos de qualquer pessoa, além de acessar boletins de ocorrência. 

A Prefeitura confirmou o vazamento, atribuindo-o a um servidor que teria sido “identificado, afastado” e está sob investigação, e afirmou que o repositório “não havia nele menção a senhas de acesso”, contradizendo diretamente o que a reportagem demonstrou. A situação, porém, é agravada por um posicionamento da própria Prefeitura: em resposta a pedido de acesso à informação, a administração municipal afirmou que não encaminha relatórios de impacto à ANPD por entender que não tem obrigação legal de fazê-lo — invocando uma exceção da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) destinada a tratamentos com finalidade exclusiva de segurança pública.

As organizações contestam esse argumento, tendo em vista que o Smart Sampa não tem finalidade exclusivamente de segurança pública, ele é usado, também, para capturar devedores de pensão alimentícia, localizar pessoas desaparecidas e monitorar o interior de escolas e hospitais. Além disso, a própria LGPD determina que, mesmo nas exceções, a ANPD deve solicitar relatórios de impacto. 

O que as organizações pedem

O ofício à ANPD pede a abertura de processo de fiscalização contra a Prefeitura de São Paulo e a Sentinelx, com adoção de medidas sancionatórias e preventivas. Entre os pontos levantados:

  • Investigação sobre o incidente de segurança e notificação aos titulares dos dados expostos

  • Exigência de Relatório de Impacto à Proteção de Dados do Smart Sampa

  • Apuração sobre o controle privado das bases de dados e algoritmos por pessoa jurídica de direito privado

  • Avaliação sobre a legalidade da vigilância dentro de equipamentos de saúde e educação

  • Verificação do tratamento de dados de crianças e adolescentes sem protocolo específico

O pedido à ANPD é assinado por onze organizações: Coalizão Direitos na Rede, CESeC — Centro de Estudos de Segurança e Cidadania, Conectas Direitos Humanos, AqualtuneLab, Plataforma Brasileira de Política de Drogas, Coalizão pela Socioeducação, ANCED — Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente, LAPIN — Laboratório de Políticas Públicas e Internet, Data Privacy Brasil, Centro de Convivência É de Lei e Instituto Alana.

sábado, 17 de outubro de 2026

Como fazer o manuseio correto dos alimentos nas refeições dentro de casa

    IA


Radiografia da Notícia

* Nutricionista da Sapore aponta quais são os devidos cuidados que devem ser tomados para evitar casos de intoxicação alimentar e má-digestões

Redação/Hourpress

A gastronomia ocupa um papel central na vida do brasileiro, que sempre teve a culinária como um pilar nas famílias, não à toa, o país apareceu na 17ª posição na lista do Taste Atlas Awards 25/26, ranking anual que classifica as melhores culinárias do mundo.
 

No entanto, apesar de terem o prazer de cozinhar, um número expressivo de brasileiros ainda adota práticas inadequadas de higiene e manipulação dos alimentos, como aponta um artigo publicado na revista Food and Humanity, realizado por pesquisadores vinculados ao Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC). O estudo foi conduzido em 5 mil domicílios de todas as regiões do Brasil, e revelou que apenas 38% dos respondentes afirmam higienizar adequadamente os vegetais; metade lava a carne na pia da cozinha; e 39% descongelam alimentos em temperatura ambiente.


“Certos hábitos são tão reproduzidos nas casas brasileiras que as pessoas desconhecem o perigo que eles podem oferecer à saúde. No entanto, com poucos cuidados é possível reduzir significativamente o risco de surtos de doenças transmitidas por alimentos (DTAs)”, explicou Patrícia Santos, gerente de Qualidade da Sapore.


A executiva apresenta algumas dicas que todas as famílias podem aplicar para fortalecer a defesa dos alimentos dentro dos armários e das geladeiras.

 

Higiene dos legumes

Por serem consumidos geralmente crus, é essencial que se faça a higiene correta dos legumes e verduras. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda que esses alimentos sejam lavados primeiro com água corrente, depois mergulhados em uma solução sanitizante – que é criada justamente para essa função – por 15 minutos e, por fim, enxaguados com água potável.

 

Alimento cru x cozido

É crucial separar o que é cru do que é pronto, pois o que foi aquecido está esterilizado, mas ovos e carnes cruas podem conter bactérias que conseguem transferir-se aos pratos que serão servidos.

 

Atenção à geladeira e congelador

Há alguns cuidados a se tomar com um dos aparelhos primordiais da cozinha. O primeiro é não sobrecarregar seu refrigerador, pois alimentos demais fazem com que a capacidade de resfriamento perca eficiência – facilitando o apodrecimento dos itens.

E os alimentos nunca devem ser recongelados. As bactérias se mantêm no produto mesmo congelado e, no seu degelo, podem se proliferar rapidamente.

 

Hora da louça

Também há uma dica para esta parte: higienize a esponja e troque-a regularmente. Pedaços de comida, sujeiras e restos se encontram no objeto e só o detergente não é suficiente para impedir a proliferação de organismos por ali. Por isso, coloque a esponja em água fervente por alguns segundos ou faça a troca entre 10 e 15 dias.

“Seguindo esses passos, seu lar estará mais protegido e você poderá focar apenas no que importa – a comida com sabor de afeto”, finalizou Patrícia.

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

O drama de Ulisses, da TV Globo, revela os sinais da compulsão por jogos de azar

    Divulgação


Radiografia da Notícia

* O personagem retrata comportamentos muito semelhantes aos observados em pessoas com transtorno do jogo

Redação/Hourpress

O drama vivido por Ulisses, personagem da TV Globo, tem chamado a atenção do público ao mostrar como o envolvimento com jogos de azar pode sair do controle e provocar consequências profundas. Ao perder dinheiro repetidamente, esconder a situação da família, acumular dívidas e acreditar que uma nova aposta resolverá todos os prejuízos, o personagem retrata comportamentos muito semelhantes aos observados em pessoas com transtorno do jogo, conhecido popularmente como ludopatia.

Segundo a psiquiatra Dra. Maria Fernanda Caliani, especialista em transtornos relacionados ao controle dos impulsos, a ficção tem um papel importante ao trazer para o debate um problema de saúde mental que ainda é cercado por preconceitos e desinformação.

“Muitas pessoas ainda acreditam que o jogo compulsivo é apenas falta de controle ou irresponsabilidade financeira. Na realidade, trata-se de um transtorno mental reconhecido, que interfere na forma como a pessoa avalia riscos, toma decisões e reage às perdas”, ressaltou a psiquiatra.

Padrão

Embora as apostas esportivas tenham ganhado enorme visibilidade nos últimos anos, a compulsão não está restrita ao ambiente digital. Cassinos, bingos, máquinas caça-níqueis, jogos de cartas com apostas, corridas de cavalos e outras modalidades presenciais também podem desencadear o mesmo padrão de dependência.

“O problema não está apenas no tipo de jogo, mas na relação que a pessoa estabelece com ele. Quando apostar deixa de ser entretenimento e o objetivo deixa de ser ganhar dinheiro e passa a ser sentir alguma coisa, a pessoa joga para aliviar ansiedade, tensão, vazio, mesmo sabendo que pode perder, esse é um importante sinal de alerta. A pessoa não joga para ganhar, joga para desligar. É como apertar um botão de ‘pausa’ emocional,  mesmo sabendo que a conta vem depois”, explicou Dra. Maria Fernanda.

A médica explica ainda que a facilidade de acesso aos jogos, especialmente por meio dos celulares, associada à promessa de ganhos rápidos, pode funcionar como um gatilho para pessoas mais vulneráveis à impulsividade e aos comportamentos compulsivos.

Acesso

“Quanto mais fácil é apostar, maior pode ser o risco para quem já apresenta dificuldade em controlar impulsos. O acesso constante favorece decisões impulsivas e alimenta um ciclo que se torna cada vez mais difícil de interromper”, disse a Dra. Maria Fernanda.

O ciclo da ilusão

Um dos aspectos mais característicos da ludopatia é a tentativa insistente de recuperar o dinheiro perdido.

De acordo com a psiquiatra, depois de uma perda importante, muitas pessoas passam a acreditar que a próxima aposta resolverá tudo. Esse pensamento cria um ciclo perigoso, porque cada prejuízo gera uma nova tentativa de compensação, aumentando ainda mais as perdas. Com o tempo, o comportamento deixa de ser motivado pela diversão. A pessoa passa a jogar para aliviar a ansiedade, escapar de sentimentos desagradáveis ou tentar recuperar aquilo que já perdeu.

Jogo

E a psiquiatra explica também que isso acontece porque o cérebro passa a buscar repetidamente a sensação de expectativa e recompensa provocada pelo jogo.

“Em muitos casos, a pessoa já nem sente prazer ao ganhar. Ela apenas tenta aliviar a angústia provocada pela necessidade de continuar jogando”.

Muito além do prejuízo financeiro

Embora as perdas econômicas sejam um dos sinais mais evidentes, os impactos costumam atingir praticamente todas as áreas da vida. Entenda melhor:

  • Preocupação constante com apostas;
  • Aumento progressivo dos valores investidos;
  • Tentativas frequentes de recuperar prejuízos;
  • Mentiras para esconder o comportamento;
  • Uso de dinheiro destinado às despesas essenciais;
  • Empréstimos e endividamento;
  • Conflitos familiares;
  • Queda no rendimento profissional;
  • Isolamento social;
  • Ansiedade, irritabilidade, culpa, vergonha, alterações do sono e quadros depressivos.

“A família costuma perceber primeiro que algo mudou. A pessoa passa a esconder gastos, evita conversar sobre dinheiro, demonstra irritação quando é questionada e cria justificativas constantes para continuar jogando”, alertou a psiquiatra.

A família também faz parte do tratamento

Quando o problema aparece, é comum que familiares reajam com cobranças, discussões e críticas. Apesar da preocupação ser legítima, a Dra. Maria Fernanda explica que esse tipo de abordagem nem sempre contribui para a recuperação.

“O acolhimento não significa aceitar o comportamento ou minimizar as consequências. Significa compreender que existe um transtorno que precisa ser tratado. Julgamentos agressivos costumam aumentar a vergonha, o isolamento e dificultar ainda mais a busca por ajuda”.

Existe tratamento

A boa notícia é que a ludopatia tem tratamento. A combinação entre acompanhamento psiquiátrico, psicoterapia, especialmente a terapia e apoio familiar costumam apresentar excelentes resultados. Além disso, algumas atitudes ajudam a reduzir os riscos, como estabelecer limites financeiros, nunca utilizar dinheiro destinado às despesas essenciais, evitar apostar para recuperar perdas anteriores e procurar ajuda profissional ao perceber dificuldade para interromper o comportamento.

“Reconhecer que existe um problema não é sinal de fraqueza. Pelo contrário. É um passo importante para recuperar o controle, preservar a saúde mental e reconstruir relações que muitas vezes foram profundamente afetadas pela compulsão”, indica a Dra. Maria Fernanda.

Para a médica, personagens como Ulisses ajudam a ampliar um debate necessário, pois a ficção tem o poder de aproximar temas complexos da realidade das pessoas. Muitas famílias conseguem reconhecer sinais semelhantes aos vividos dentro de casa. Quanto mais falarmos sobre o transtorno do jogo com informação, menos preconceito haverá e maiores serão as chances de diagnóstico precoce, tratamento e recuperação.

Exportação de carne bovina por contêiner para China sofre queda drástica

 

Arquivo Hourpress


Radiografia da Notícia

* Apesar da redução de 81,4% registrada para o mês, o recuo em todo o primeiro semestre do ano foi de apenas 3,7%

 Redação/Hourpress


Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, em julho as exportações conteinerizadas de carne bovina brasileira para a China recuaram 81,4%, segundo levantamento da Datamar, líder no setor de informações de comércio exterior e dados de transporte marítimo para a costa leste da América do Sul. Entre janeiro e julho deste ano, no entanto, a queda foi de apenas 3,7% em relação ao mesmo período de 2025.


Para Andrew Lorimer, CEO da Datamar, a retração pode estar relacionada à proximidade do esgotamento da cota anual de 1,106 milhão de toneladas estabelecida pela China para a carne bovina brasileira em 2026.


“Em 21 de julho, as importações chinesas de carne bovina brasileira já haviam atingido 80% da cota anual e, pelas regras estabelecidas, a partir do terceiro dia após o preenchimento do limite, as cargas passam a pagar uma tarifa adicional de 55% sobre a alíquota vigente”, esclareceu o CEO.


China


Segundo Lorimer, a medida de salvaguarda foi adotada pelo governo chinês para proteger a indústria pecuária local e permanecerá vigente até o fim de 2028. Como a cobrança considera o momento da entrada da mercadoria na China, e não a data de saída do Brasil, os exportadores precisam levar em conta o tempo de trânsito marítimo.


“Esse risco pode ter estimulado uma redução antecipada dos embarques, evitando que cargas enviadas antes do esgotamento da cota chegassem ao país depois do preenchimento do limite”, concluiu Lorimer.


Já considerando todos os destinos da carne bovina brasileira, o desempenho no acumulado para o primeiro semestre ainda é positivo, de 1,3%. No entanto, os reflexos chineses já aparecem em julho, provocando uma queda de 38,7% das exportações em relação a julho de 2025.


STF em estado de miséria

    IA


Luís Alberto Alves/Hourpress

Horrorosa. Essa é a situação atual do STF (Supremo Tribunal Federal). Show de horrores a sessão em que os ministros Alexandre Moraes e André Mendonça trocaram acusações. Espetáculo tão horrível que a ministra Carmen Lúcia, ex-presidente do STF, pediu perdão aos brasileiros pela postura dos seus colegas.

A suprema corte que merecia respeito da população se transformou em algo deprimente. Hoje, qualquer pesquisa coloca o STF na última posição entre as instituições que desfruta de admiração. Os ministros do STF hoje não gozam de respeito algum. É triste constatar a situação do Judiciário.

Há casos comprovados de ligações espúrias com representantes do crime organizado. Um ex-ministros, Marco Aurélio de Mello, autorizou a libertação do traficante, de codinome André do Rap. Quando percebeu o gigantesco erro alegou que processo nenhum traz na primeira página o histórico do bandido.

Qual a solução para resolver essa triste situação? É preciso desinfetar essa instituição com a substância da honestidade e humildade. Trocar os atuais ministros e empossar pessoas que realmente tenha compromisso com a Justiça. Do jeito que está, não pode continuar para o bem de todos os brasileiros.

Luís Alberto Alves, jornalista, editor do blogue Cajuísticas

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Recicláveis viram dinheiro em nova estação inaugurada na Central de Abastecimento Leste

    IA


Radiografia da Notícia

* O compartimento funcionará de segunda a sábado, a partir das 8h

 

Redação/Hourpress

 

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Executiva de Segurança Alimentar e Nutricional e de Abastecimento (SESANA), anuncia a inauguração de uma nova estação de troca de materiais recicláveis dentro da Central de Abastecimento Leste, em Vila Jacuí, na região de São Miguel Paulista. No ponto, é possível que qualquer um consiga monetizar sua reciclagem, colaborando com o meio ambiente e gerando uma renda extra a cada semana.

 

Na Estação Preço de Fábrica da Central de Abastecimento Leste, são aceitas a entrega de plástico PEAD, papelão, papel branco e papel cartão, embalagens longa vida, vidro transparente, âmbar e/ou verde, plástico PET verde e/ou transparente e até eletrodomésticos.

 

Entre os eletrodomésticos válidos para reciclagem, estão: refrigerador/geladeira, freezer, frigobar, adega climatizada, fogão, cooktop, forno elétrico e a gás, micro-ondas, coifa e depurador de ar, lava-louça, máquina de lavar, lava e seca, secadora e televisão (exceto TVs de tubo).

 

 

É necessário que a pessoa interessada baixe o aplicativo da Green Mining e faça um cadastro rápido dentro do app, disponível em celulares Android e iOS. A partir da efetuação da conta, o interessado deve trazer o material reciclável já limpo e separado e informar no app o material que está trazendo. O material será pesado e a pessoa receberá o comprovante de entrega com seu saldo.

 

 

A remuneração é determinada pela quantidade por quilo pesada dentro da unidade, com cada material tendo uma própria relação de valoração. Além disso, quando o saldo tiver mais de 10 reais, a pessoa automaticamente receberá o repasse via PIX cadastrado, que precisa ser o CPF do contribuinte, agendado para todas as sextas-feiras. A Green Mining promete que os repasses correspondem ao valor integral pago pela usina de reciclagem, sem intermediários envolvidos.

Confira a relação de preços:

  • Vídro âmbar: R$ 0,65 por quilo;
  • Vidro verde e outros: R$ 0,27 por quilo;
  • Papelão: R$ 0,65 por quilo;
  • Papel branco: R$ 0,50 por quilo;
  • Cartolina e papel-cartão: R$ 0,55 por quilo;
  • Longa Vida: R$ 0,65 por quilo;
  • PET transparente ou verde: R$ 2,30 por quilo;
  • PEAD Branco: R$ 1 por quilo;
  • PEAD Colorido: R$ 1 por quilo;
  • Eletrodoméstico: R$ 1 por quilo

 

Os resíduos coletados são encaminhados para empresas da cadeia produtiva de embalagens, que irão reincorporar os resíduos pós-consumo em suas produções fabris. Desta forma, são promovidos a economia circular, a valorização dos resíduos, fechamento de cadeia e o impacto positivo na sociedade e meio ambiente.

A estação é fruto da parceria da Prefeitura com o Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Green Mining, Unilever, ECOS da Natureza e a Electrolux Group. A estação na Central de Abastecimento Leste funcionará de segunda a sexta, das 8h às 17h, e aos sábados, das 8h às 12h.

 

 

Há uma unidade da Estação Preço de Fábrica no Mercado de Pinheiros, instalada desde 2023. Outros pontos ao redor da cidade podem ser conferidos no site oficial da startup. Até hoje, a Green Mining conseguiu poupar 22,1 mil toneladas de CO² emitidos na atmosfera e reciclar 16,7 mil toneladas de resíduos.

Acompanhe nossos serviços em nossos canais oficiais no Instagram e em nosso site oficial.

 

Serviço:

Estação Preço de Fábrica na Central de Abastecimento Leste

Endereço: Av. Imperador, 1900 - Cidade São Miguel Paulista, SP, CEP: 08050-000

Horário: 2ª a 6ª, das 8h às 17h; sábado, das 8h às 12h

Inscrição: via app Green Mining