quarta-feira, 13 de março de 2019

Geração pavio curto = massacre em escola de Suzano (SP)




 Recusam entender a grave crise econômica


*Luís Alberto Alves/Hourpress

O massacre ocorrido hoje (13) numa escola estadual na cidade de Suzano, Grande SP, revela a falta de paciência da atual geração de jovens e adolescentes. Não admitem contestação. Só eles estão certos. O restante se encontra mergulhado no erro. Encurralam os pais na parede quando exigem presentes caros. Recusam entender a grave crise econômica em que o Brasil atravessa, deixando mais de 12 milhões de desempregados.

Para piorar a situação, não descolam das redes sociais. Até para assuntos fúteis. A chacina cometida na escola de Suzano revela um dado curioso: o uso da arma besta medieval, algo raro em assassinatos no Brasil. A dupla que estudou naquele local provavelmente pesquisou na internet como usar este tipo de arco e flecha, acionado por gatilho.

Não tenho dúvida de que os dois homicidas são malucos. Só desequilibrados mentais para praticar tamanha atrocidade. O quesito segurança não pode ficar de lado. É fácil entrar em qualquer estabelecimento de ensino estadual ou municipal. Tanto é verdade, que os traficantes vendem drogas nos pátios durante o recreio e ninguém faz nada. O policiamento é raro. Só passam na porta, param por alguns instantes e vão embora.

Mais absurdo é ouvir do senador Major Olímpio (PSL/SP) de que se alguém estivesse armado, a chacina não teria ocorrido. Não se apaga incêndio com gasolina, porém usando água. Jamais devemos incentivar uma população com pistolas e fuzis nas mãos. Precisamos de paz e de adolescentes e jovens calmos, sem o calor da intolerância.

Nunca se esqueçam: em terra de cego, quem tem um olho enxerga tudo!!!

segunda-feira, 11 de março de 2019

Governo da rede social


Criador e criatura


Futuro do aposentado



Dia Internacional da Mulher: elas estão em alta no mercado financeiro


Pesquisa revela o novo perfil da investidora brasileira. Elas respondem por mais de 46% da população economicamente ativa no País, existem mais de 151 mil investidoras na bolsa de valores


* Marcello Popoff

Em uma avaliação geral do BI e fazendo um paralelo entre mulheres e homens, foi possível observar que em suma as características são muito semelhantes com alterações de percentuais que os diferencia. Confira os exemplos abaixo:
  • Perfil do investidor: foi observado que o maior percentual do total de clientes possui o perfil moderado, seja homem ou mulher, em suma o mesmo perfil de investidor. O homem é o que se apresenta como mais moderado ao investir do que as mulheres, enquanto eles representam 58,5%, elas representam 49,1%.Em segundo lugar vem os conservadores, e aí percebemos que a disparidade aumenta, elas representam 38,9% e eles 20,6%. Em último lugar estão os investidores com perfil agressivo, sendo eles 11,6% e elas 3,8%. Portanto, dizer que a mulher é mais conservadora que o homem, já não reflete a realidade como um todo, em dados quantitativos. E, nesse sentido, foi identificado que a curva e o perfil da mulher investidora vêm se modificando rapidamente.

  • Perfil comportamental: agora ao verificar as diferenças de objetivos entre as mulheres e os homens identificamos que em sua maioria, 73,1% das mulheres preferem proteger seus investimentos, tendo maior segurança e compensar a inflação do que os homens com os mesmos objetivos e que representam 54%. Já o perfil comportamental dos investidores que procuram ter ganhos de rendimento superior ao da inflação, novas oportunidades e preferem o risco representam os homens em 43,8% e as mulheres em 26,4%. Mas ambos em sua grande maioria preferem proteger seus investimentos. Agora se você pensa que a mulher não opera diretamente com a bolsa de valores, mude de ideia, atualmente na base de clientes 0,5% das mulheres já operam trader e os homens não muito distantes, com apenas 2,2%.

  • Faixa etária: homens e mulheres não apresentam grandes diferenças que possam dizer que um começa a investir mais cedo que o outro, porque as faixas etárias são basicamente as mesmas, observa-se uma fatia um pouco maior da mulher na terceira idade, mas entende-se que este fato se dá em função da maior longevidade característica da mulher. Porém, pela ótica de que a Lifetime é uma assessoria de investimentos e não um banco, sim identificamos uma procura maior por rentabilidade, por segurança e expertise em investimentos e consequentemente para garantir uma aposentadoria que mantenha o padrão de vida, ou seja, percebemos que há na mulher uma inteligência financeira adicionada a uma faixa etária que por puro “pré-conceito” sempre seria considerada como mais conservadora, se a Lifetime não tivesse um BI para apresentar estes dados.

  • Formação: neste quesito é que identificamos uma disparidade um pouco maior. As mulheres investidoras em sua maioria são as médicas e advogadas que estão empatadas em primeiro lugar, seguidas das empresárias em segundo lugar, professoras e engenheiras empatadas em terceiro lugar e as aposentadas em quarto lugar, em quantidade de clientes. Enquanto os homens, em primeiro lugar em quantidade de investidores estão os engenheiros, seguidos pelos empresários em segundo lugar, pelos médicos e advogados empatados em terceiro lugar e em quarto lugar os analistas.
Identificamos também que as mulheres costumam ser mais prudentes  dos que os homens, optando por investimentos de baixo risco. Por outro lado, as mulheres costumam ter resultados mais interessantes em mercados de risco, como a Bolsa de Valores, se comparadas com os homens.
Isso acontece pois os homens costumam fazer giros mais altos e frequentes em suas carteiras, movimentos que se não bem orientados podem  afetar os resultados. As mulheres, por sua vez, são mais perspicazes, sistemáticas e detalhistas , até mesmo em investimentos de risco e isso contribui para que elas tenham resultados mais efetivos.
É claro que o perfil das mulheres investidoras é muito diversificado, caminhando desde as mais conservadoras até investidoras com perfil totalmente arrojado. A grande característica que se percebe é que à medida que as mulheres vão se sentindo mais à vontade com o mercado de investimentos, mais elas se sentem seguras para buscar opções mais sofisticadas, mesmo que ofereçam riscos.
Investir na poupança certamente é uma alternativa que poucas mulheres consideram hoje em dia, especialmente depois de aperfeiçoar a inteligência financeira, conhecer as opções disponíveis no mercado e as possibilidades financeiras que um investimento feito de forma correta pode oferecer.
Prestação de serviiço da Lifetime
A Lifetime Investimentos é uma empresa de assessoria especializada que oferece um atendimento personalizado aos seus clientes.
Cada cliente possui um assessor de investimentos, que é o responsável por conhecer o patrimônio do cliente, identificar o seu perfil, as principais características enquanto investidor e entender qual é o seu objetivo com uma estratégia personalidade de investimentos para cada cliente.
A assessoria se realiza com base nos dados coletados. O profissional acompanha os passos do cliente e dá todo o suporte para abertura de conta, transferência de recursos, resgates, aplicações, compra e venda de ativos.

Os diferenciais da Lifetime Investimentos
Segundo Cristina Prado, investidora e cliente da Lifetime, o grande diferencial da empresa é o seu atendimento eficiente e personalizado, que faz com que ela não precise se preocupar com seus investimentos o tempo inteiro. Dessa forma, o seu assessor está permanentemente acompanhando os resultados das suas estratégias, oferecendo dicas constantes que contribuem para que ela tenha uma rentabilidade mais alta.
"Eu vejo que eles fazem um esforço diário para cuidar dos seus clientes. Não sou eu que ligo para eles, são eles que fazem isso para me orientar sobre a melhor forma de investir o meu dinheiro", afirma Cristina. E o mais importante, sempre levando em consideração o perfil e os objetivos do cliente.
Dessa forma, a grande vantagem de ter a assessoria da Lifetime é que os profissionais estão sempre acompanhando o mercado e avaliando os riscos e as oportunidades.
Cristina Prado avalia que a sua migração de uma instituição bancária para a Lifetime representou uma mudança importante na sua rentabilidade e na maneira como ela se relaciona com este mercado.  Além dos excelentes resultados em termos de rentabilidade, a investidora agora consegue equilibrar os seus gastos de forma mais eficiente, já que adquiriu uma nova visão sobre o mercado e sobre os seus rendimentos.
O mercado de investimentos para a mulher
O mercado de investimentos é uma alternativa extremamente interessante para as mulheres, isso porque as características pessoais e a capacidade de lidar com o risco oferecem benefícios que contribuem para obter excelentes resultados financeiros.
Buscar o apoio de uma assessoria especializada é o primeiro passo nessa jornada de descobrimento, isso porque a rentabilidade é geralmente muito mais alta e a investidora conta com o apoio diário de profissionais especializados, diferente do que acontece nos investimentos realizados em instituições bancárias.
Além disso, a diversificação é uma questão relevante e que merece destaque quando o assunto é mercado de investimentos. A investidora Cristina Prado conhece esta estratégia na prática:
" eu nunca gostei de colocar todos os ovos em uma única cestinha. Por isso é importante diversificar e realmente ter uma parte — 10% a 15% — em investimentos mais arrojados, garantindo uma rentabilidade mais alta."
Além disso, as mulheres com um perfil mais  arrojado podem diversificar ainda mais. Em qualquer um destes caso, o seu assessor de investimentos poderá ajudá-la a entender o seu perfil e as melhores opções disponíveis no mercado e que lhe tragam segurança e a garantia de excelentes resultados.
O importante, neste contexto, é entender e respeitar a diferença que existe entre o perfil de cada cliente e investidora da Lifetime. São estas características que servem como ponto de partida para qualquer estratégia de investimentos.
A Planejadora Patrimonial da Lifetime Corretora de Seguros, é uma mulher, Silvia Henriques, que destaca que o perfil feminino não se preocupa apenas com os investimentos, mas também com a questão da segurança e proteção. Por isso, o assunto é sempre levado em consideração pelos assessores, que junto a XP buscam montar sugestões de carteiras que atendam a essas questões.
Em todo este contexto, é importante destacar que um dos fatores que contribui para a segurança das investidoras é o conhecimento. Quanto mais se conhece o mercado e suas alternativas, mais seguras elas se sentem com relação às decisões que são tomadas. Dessa forma, investir no desenvolvimento pessoal em termos de conhecimento sobre finanças é um ponto chave que contribui significativamente para alcançar bons resultados.
* Marcello Popoff, sócio fundador, diretor de expansão e marketing e também responsável pela contratação de talentos da Lifetime 

Violência doméstica, feminicídio e saúde pública


Diversas vezes, sintomas inespecíficos podem traduzir situações de violência


*Rossana Pulcineli Vieira Francisco

São inúmeras as notícias sobre violência doméstica contra mulheres diariamente. É estarrecedora a brutalidade deste tipo de violência que assola inúmeros lares do País e que, em seu estágio final, tira a vida de jovens, de mulheres, de mães e abala as famílias brasileiras.

Se houve avanços no campo jurídico, em outras áreas há muito a caminhar. A violência doméstica, que leva a ferimentos físicos e emocionais, com cicatrizes profundas, tem sido negligenciada como problema de saúde pública.

Vemos iniciativas isoladas, porém, não só no Brasil, como em outros países, profissionais de saúde não são formados para lidar com essa difícil questão. A falta de conhecimento e treinamento para assistir aos casos de forma eficaz faz com que o assunto seja pouco abordado nas consultas médicas, tirando a oportunidade de essas mulheres, em ambiente protegido pelo sigilo profissional, terem acesso a uma escuta qualificada, acolhedora e eficaz.

Diversas vezes, sintomas inespecíficos podem traduzir situações de violência que só serão reveladas se questionadas. Não podemos esperar uma profusão de relatos espontâneos de maus tratos. Isso raramente acontece, por medo, vergonha, tristeza ou até pela falsa impressão de que tudo poderá ser resolvido.

A abordagem deve ser delicada e respeitosa, considerando o sofrimento crônico apresentado por estas mulheres. Referir-se a quanto episódios assim vem acontecendo em nossa sociedade e quanto tal situação afeta a saúde das pessoas pode ser uma forma de, em poucos minutos, oferecer a elas a oportunidade de falar.

É essencial capacitação profissional para saber o que fazer quando se obtém uma resposta positiva. Reafirmar a relação de confiança, oferecer canais legais disponíveis à denúncia e mostrar que se importa com a paciente são atitudes simples, mas imprescindíveis para a pessoa vulnerável encontrar um caminho.

Os profissionais de saúde devem estar atentos e conhecer os canais a serem indicados às eventuais vítimas. O combate à violência doméstica precisa ser considerado compromisso de todos, especialmente dos médicos obstetras e ginecologistas, que temos o privilégio de participar de tantos momentos felizes e tristes da vida das mulheres.

É preciso preparo. Há erros comuns que nos afastam da responsabilidade e do compromisso de combater esta mazela social. Não podemos esperar atitude imediata por parte de quem sofre a violência, isso raramente ocorrerá. Não devemos oferecer soluções prontas, elas frequentemente não se aplicam à realidade da vítima.

Ao não entender o quanto é difícil para alguém se afastar de um relacionamento violento, sentimo-nos frustrados e tomamos a pior atitude; nos afastamos, paramos de conversar sobre o assunto e aprofundamos o isolamento e a solidão dessas pessoas.

A situação em nosso País é grave e exige ser encarada como problema de gênero, de justiça, mas também de saúde pública. A transformação desta realidade passa necessariamente pela formação e qualificação dos profissionais para atenção à violência doméstica.

Precisamos transformar a indignação passiva com os inúmeros casos de feminicídio em escuta ativa das mulheres. Mais que isso: em compromisso explícito de combate à violência contra as mulheres. 

 

*Rossana Pulcineli Vieira Francisco, prof. associada da Disciplina de Obstetrícia da Faculdade de Medicina da USP e presidente da SOGESP, Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo

Neymar pode ter o mesmo fim de Garrincha


Garrincha também teve sua Bruna Marquezine, no caso a cantora Elza Soares


Luís Alberto Alves/Hourpress

Garrincha foi um jogador de futebol fenomenal. Após a contusão de Pelé na Copa do Mundo de 1962, no Chile, ele chamou a responsabilidade para si e ajudou o Brasil ganhar o bicampeonato. Pela camisa do Botafogo do Rio de Janeiro conquistou vários títulos e teve apresentações inesquecíveis. Neymar não chega aos pés dele.

Assim como esse garoto mimado, que se recusa a sair da adolescência e fica nervoso ao ouvir críticas, Garrincha também teve sua Bruna Marquezine, no caso a cantora Elza Soares. Relação conturbada, segundo várias pessoas que conheceram o casal, ela teria culpa no fim trágico de Garrincha, que no final da vida não conseguiu escapar do alcoolismo.

Este craque talentoso, o homem nas pernas tortas, que dava dribles maravilhosos ganhou muito dinheiro, assim como Neymar. Mas torrou tudo em farra. Igualzinho Neymar, que não vacila em dar presentes caríssimos aos puxa-sacos de plantão. Os amigos da onça, que em vez de apontar erros e propor soluções, tapam o sol com a peneira, para não secar a torneira da grana.
Na Bíblia, na carta escrita aos Efésios, pelo apóstolo Paulo, diz que “o dia mau vem para todos”. Muitas pessoas não resistem quando ele chega. Garrincha mergulhou na bebida e dela não escapou até chegar o dia de sua morte. Abandonado e sem um tostão no bolso. Ele também foi jovem, igualzinho Neymar. Esteve no auge e paparicado por todos.

Neymar, na sua ignorância e soberba, talvez pense que será eterno. Que nunca surgirá outro craque de seu quilate. Neste ponto está certo: aparecerá outro melhor do que ele e logo cairá no esquecimento. Os vampiros de plantão que sugam o dinheiro, ainda farto, logo sumirão quando o dia mau despontar. Da mesma forma, as mulheres alpinistas, de olho apenas nos mimos que Neymar coloca em suas mãos.

Não escrevo este texto como profeta do apocalipse. Primeiro que não tenho esta capacidade. Nem sei o que o futuro me reserva. Só Deus, a quem acredito muito. Mas meus quase 60 anos de vida e a experiência adquirida durante este tempo, mostram que os semeadores de irresponsabilidade colherão turbulência e das bravas. O futebol brasileiro é testemunha de inúmeros craques, que finalizaram a jornada na sarjeta. O mais recente deles foi o palmeirense Jorge Mendonça. Espero que Neymar abra os olhos e saiba que dinheiro gasto de forma irresponsável, um dia acaba.

Nunca se esqueçam: em terra de cego, quem tem um olho enxerga tudo!!!






https://www.youtube.com/watch?v=7npBsnaFaqs