Esse fato poderá impactar no aumento de tributação para uma faixa populacional relevante
Redação/Hourpress
Esse fato poderá impactar no aumento de tributação para uma faixa populacional relevante
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Em 23 aulas, os alunos aprendem a produzir suas próprias criações audiovisuais
Redação/Hourpress
Para potencializar ainda mais a sua metodologia de ensino híbrida e revolucionária, chamada Criando Juntos, o De Criança Para Criança (DCPC) desenvolveu um curso de animação 2D online, que pode ser feito tanto por profissionais de diversas áreas que querem produzir animações e ter uma nova qualificação para o mercado de trabalho, como também por crianças a partir de 12 anos de idade. Link direto para o curso na Udemy: https://bit.ly/curso-dcpc
“Sempre sonhamos em montar um curso de animação, pois existe uma grande demanda, além do crescimento das escolas participantes. Então pensamos: vamos formar profissionais de animação, para que possam, se assim desejarem, colaborar com a gente também. Pois um dos objetivos do curso é dar oportunidade para as pessoas que concluírem o curso, fazerem parte da nossa equipe”, explicam os diretores do DCPC, Giba Barroso e Vitor Azambuja.
O que o curso ensina
O aluno vai aprender todas as etapas do processo de criação e produção de um desenho animado, como os que são feitos no DCPC. Tratamento e recorte de imagens, organização dos arquivos, composição de cenários, movimentos básicos de objetos na tela, animação de personagens, edição das cenas, edição de áudios, renderização (geração do arquivo final) e muito mais. Tudo isso, nos softwares da Adobe: Photoshop, After Effects e Audition.
A plataforma
Na sala de aula, presencial ou remota, professor e alunos criam uma história, sendo o tema determinado tanto pelo professor quanto pelos alunos. Depois da história criada, os alunos desenham os personagens, os objetos e os cenários que a compõem e narram o texto, gravando-o pelo celular. Professores e alunos, então, compartilham na plataforma todo o material criado (história, desenhos e narrações), com o qual a nossa equipe produzirá uma linda animação. O De Criança Para Criança já produziu mais de 800 animações a partir das histórias criadas por crianças, além de desenvolver a EncicloKids, um acervo digital de vídeos organizados por categorias e áreas do conhecimento (social, saúde, matemática, ciências, etc), que escolas e alunos do mundo todo podem acessar e utilizar em sala de aula como material didático e como inspiração para novas histórias.
Onde cursar
Para hospedar o curso, foi escolhida uma das mais conhecidas plataformas da internet, a Udemy. Além de ser online, assim que adquirido, suas aulas podem ser feitas a qualquer momento, no ritmo do aluno, que tem acesso vitalício. O número de vagas é ilimitado. Existe um preço cheio definido, mas, pelo menos por enquanto, haverá promoções da Udemy.
Serviço
Curso de Animação 2D Criando Juntos
23 aulas - 6,5 horas de aulas online
Acesso total vitalício
Disponível em dispositivos móveis e computador
Certificado de conclusão
Preço cheio: R$384,90
Promoções relâmpago da Udemy: de R$22,90 a R$189,90
Landing page: https://emcasa.
Link direto para o curso na Udemy: https://bit.ly/curso-dcpc
Essa mesma criança, quando chegar à fase adulta, vai se deparar com um mercado de trabalho extremamente competitivo
*Gilberto Barroso e Vitor Azambuja
Não é de hoje que a educação passa por desafios. A pandemia colocou ainda mais em evidência as necessidades urgentes das escolas, principalmente das escolas públicas. Com a covid-19, as escolas que não estavam preparadas para algo novo tiveram que se reinventar do dia para a noite. Hoje, elas entendem que expandir os horizontes da educação convencional é necessário para dar aos alunos ferramentas para o seu desenvolvimento social e emocional.
Quando criamos nossa plataforma que desenvolve metodologias inovadoras em educação, refletimos: "vamos ver o que podemos fazer pela educação, e vamos fazer o melhor. Queremos que as crianças tenham a oportunidade de produzir conteúdos significativos, que sejam protagonistas, e que os professores ampliem e desenvolvam um novo papel na educação, o papel de provocador, de mentor". Quando trabalhamos as crianças desta maneira dentro da sala de aula, elas vão aprender a ouvir, falar, vão superar a timidez, se envolver e criar peças e projetos, desenvolvendo as competências necessárias para o seu futuro.
Essa mesma criança, quando chegar à fase adulta, vai se deparar com um mercado de trabalho extremamente competitivo, e é aí que esse processo, de fazer com que a criança esteja no centro da aprendizagem, vai revelar a importância do protagonismo e de como ele contribui para que o conhecimento seja retido e aplicado.
Durante todos esses anos trabalhando na área e acompanhando pesquisas dentro e fora do Brasil, enxergamos que em breve as empresas irão contratar por jobs, seja para participar de projetos, pesquisas ou lançamento de produtos. Cada indivíduo, com diferentes habilidades, atuando em uma área específica, mas formando um time onde todos têm o mesmo objetivo dentro de um contexto. Nesse sentido, é fundamental pensar em uma educação em que as crianças são os verdadeiros protagonistas.
Estamos formando cidadãos que terão uma absorção mais harmoniosa no mercado de trabalho, e provavelmente com um desempenho muito melhor do que as que cresceram em um padrão convencional. Enxergamos que essa é a necessidade das escolas públicas, por isso, vamos democratizar esse tipo de ensino, que ainda é voltado para a elite. A ideia é atuar efetivamente nas escolas públicas brasileiras e mostrar que isso é possível. Uma metodologia que não só coloca o aluno no centro da aprendizagem, mas desenvolve nele a capacidade de se reinventar, buscar algo novo, pesquisar, ser curioso e criativo, habilidades que irão torná-lo um ser humano mais apto para o futuro. É assim que agimos e pensamos sobre o futuro da educação.
*Gilberto Barroso, administrador, e Vitor Azambuja, publicitário, trabalham com educação desde 2015 com a plataforma educacional De Criança Para Criança
A mulher carrega uma preocupação maior com o futuro, aumentou a quantidade de mulheres como chefes de família
Redação/Hourpress
Sabrina Amélia é uma mineira que, apenas com 27 anos já incluía o título de Doutora em Finanças pela UFMG. Trabalhou por dois anos como professora na mesma universidade, mas faltava algo: o amor por ensinar ainda existia, no entanto, a jovem apenas se sentiu completa quando abriu um curso em que visse os alunos colocando em prática seus ensinamentos sobre investimento sem que precisassem estar na universidade. Daí, surgiu a escola Mercado Financeiro.
A trajetória profissional dela e o seu cacife de conhecimento sobre a própria área impressiona – ainda mais por ser uma mulher num ramo predominado por homens. Já vivendo nesse contexto de romper barreiras num mercado masculino, até a própria Sabrina tem se surpreendido. “Boa parte do público que procura meu curso é de mulheres, a partir dos 30 anos. A mulher carrega uma preocupação maior com o futuro, aumentou a quantidade de mulheres como chefes de família, há ainda a visão do empoderamento feminino”, avalia a especialista.
Visão feminina: vantagem para uma carteira de investimento de sucesso
De acordo com dados da B3 (Bolsa de Valores do Brasil, hoje a 5ª maior bolsa em valor de mercado do mundo) compilados pela XP Inc., em 2020, as mulheres representaram 26,2% dos 3,2 milhões de pessoas físicas cadastradas na Bolsa ao longo do ano. O destaque, segundo o relatório, fica por conta da taxa de crescimento das mulheres: 118,1% na comparação ano a ano, muito à frente da evolução de 84,3% do público masculino na B3.
Já o estudo do Boston Consulting Group (BCG), aponta que o crescimento da presença feminina nos investimentos e acumulação de capital é reflexo da maior participação das mulheres na força de trabalho e avanço na educação financeira, mas as motivações que orientam as mulheres são diferentes das que movem os homens. Na hora de investir, o público feminino busca vincular as aplicações financeiras a propósitos e valores, não apenas à rentabilidade.
Tal comportamento feminino, já notado por grandes instituições financeiras é a principal vertente para desmitificar que o pensamento de que somente quem domina o universo dos números, da exatas, pode se dar bem na Bolsa de Valores. Para Sabrina, “cuidar do dinheiro não é sobre matemática, é uma questão psicológica. Muitas contas necessárias já são automatizadas”. As pessoas sabem que têm que guardar dinheiro, infelizmente ter apenas essa consciência não é o suficiente para garantir uma reserva ou investimento rentável. “Na primeira parte dos cursos fazemos indicações de livros que trabalham com a psicologia financeira. Cuidamos da parte emocional. Há 10, 20 anos, tinha-se a mentalidade de que o investidor é uma pessoa totalmente racional e não é bem assim. O mercado evoluiu”, afirma.
A maneira de como mulheres pesam na balança quais variáveis são relevantes para escolher ações de alguma empresa, pode fazer com que elas tenham vantagem na tomada de decisões. Tanto que, o primeiro módulo do curso da especialista em finanças, o Mentalidade Financeira, não é sobre fazer contas de quanto se tem no banco para investir, mas sim quebrar tabus e paradigmas como: “investir é coisa de gente rica” ou “comprar ações te deixa rico rápido”. As decisões não podem ser tomadas no calor do momento e, por terem característica em tomar decisões com mais cautela, o público feminino tem começado a ganhar destaque no universo dos investimentos.
Ser um investidor sem depender de redes sociais
Nas redes sociais, hoje temos muitos “especialistas” de mercado financeiro, mas muitos têm um conhecimento raso. Buscar simplificar o ensino de finanças não quer dizer que o ato de investir seja simples.
“Você não precisa ser doutor no assunto para investir, mas com o meu curso você consegue ter capacitação para tanto. É o seu dinheiro e você deve ser o maior interessado em entender o que está acontecendo com ele. É preciso cautela para não ir na onda de dicas de redes sociais, apenas”, avalia Sabrina.
Não haverá mais controle ou limite de público e/ou horário para a realização de eventos sociais
Patrícia Baldovinotti e Vanessa Macarrão
O governador do Estado de São Paulo, João Doria, anunciou no início deste mês de agosto de 2021, a flexibilização das regras do Plano São Paulo. Conforme já havia sido adiantado no final do mês de julho, a partir desta terça-feira (17), terá início a nova fase, denominada “Retomada Segura”.
De acordo com as regras relativas a esse plano de retomada, nessa nova fase, não haverá mais controle ou limite de público e/ou horário para a realização de eventos sociais, funcionamento de museus e feiras corporativas, desde que não gerem aglomerações e observem os protocolos de higiene e saúde em vigor, incluindo a obrigatoriedade no uso de máscaras e distanciamento social.
Shows com público em pé, torcidas e pistas de dança, ou eventos que gerem ou tenham potencial de gerar aglomerações, continuam proibidos, conforme as regras divulgadas:
É importante destacar que, para a referida liberação é necessário que 100% da população adulta esteja com acesso à 1ª dose da vacina, com meta de ao menos 90% da população com a 1ª dose aplicada.
A expectativa é que, a partir do dia 01 de novembro de 2021, novas flexibilizações possam ser implementadas, quando se espera que 100% da população adulta esteja com acesso ao esquema vacinal completo.
Durante a “Retomada Segura”, os municípios do Estado de São Paulo manterão sua autonomia para determinar eventuais restrições, a depender das circunstâncias locais da pandemia e da capacidade hospitalar.
Na cidade de São Paulo, por exemplo, o último decreto publicado pelo prefeito Ricardo Nunes, em 23 de julho de 2021 (nº 60.396/2021), passou a autorizar a realização de feiras, convenções, congressos e outros eventos, exceto festas, quando a Cidade de São Paulo atingir a marca de 80% da população elegível com ao menos uma dose da vacina e desde que atendidas as regras e restrições de funcionamento dos estabelecimentos previstas no Plano São Paulo, instituído pelo Governo de São Paulo.
Patrícia Baldovinotti e Vanessa Macarrão são sócias do escritório FAS Advogados
Empresas não podem apenas jogar para a torcida
Redação/Hourpress
O presidente do Ibracon (Instituto dos Auditores Independentes do Brasil), Valdir Coscodai, avalia como positiva a aprovação do Projeto de Lei do Clube-Empresa (nº 5516/2019) no Congresso Nacional. Para ele, a medida poderá proporcionar boas oportunidades para que muitos clubes altamente endividados melhorem sua condição. "É uma das oportunidades para corrigir os vícios sobre os quais se tem comentado na gestão de agremiações no Brasil. Caso contrário, o quadro poderá agravar-se. Administradores de empresas não podem apenas jogar para a torcida, pois sua principal tática precisa ter foco na saúde financeira da organização", ponderou.
Coscodai explica que os clubes poderão constituir empresa conforme os tipos previstos no Código Civil (Lei nº 10.406/2002). Os modelos mais recorrentes são a sociedade anônima e a sociedade limitada. Em ambos os casos, estarão submetidos aos regimes estabelecidos pela Lei das S/A (nº 6.404/1976) e Lei Pelé (nº 9.615/1998). Cabe lembrar que as sociedades limitadas, embora não emitam ações, podem ser regidas de maneira subsidiária pela Lei das S/A, conforme deliberação do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
"A sociedade anônima, com adequados controles e governança, tem sido, em geral, uma alternativa mais interessante para as empresas, pois lhes permite fazer IPO (Initial Public Offering/Oferta Pública Inicial), ingressando na Bolsa de Valores e captando recursos no mercado mobiliário. Para os clubes isso é interessante, pois evitaria ampliar seu já imenso endividamento", avaliou o presidente do Ibracon. Se investirem em controles e governança, poderão buscar por acionistas no mercado, reduzindo a dependência de empréstimos.
Ademais, a receita advinda dos patrocinadores, cotas de televisão, bilheteria, vendas de produtos licenciados e programas de sócios-torcedores e o surgimento de outras fontes de renda, aliadas à boa gestão, serão importantes para remunerar o capital dos acionistas. As agremiações que preferirem a sociedade limitada poderão ter investidores e até mesmo sócios não ligados ao futebol, com boas possibilidades de captar recursos.
O substitutivo aprovado na Câmara dos Deputados também facilita o pagamento dos débitos tributários e não tributários. As dívidas terão um prazo de 10 anos para serem quitadas, e nos seis primeiros, o valor total será abatido em pelo menos 60%.
"Ou seja, os clubes-empresa terão um alívio no fluxo de caixa. Assim, poderão reorganizar orçamentos e iniciar uma nova filosofia de gestão. No entanto, se não tiverem uma administração eficaz e responsável, em pouco tempo estarão novamente em dificuldades. Parece que as informações de mercado já nos mostram que não tem adiantado apenas investir na montagem de elencos caros para ganhar títulos. Isso tem implicado ônus futuros de difícil reparação", alertou Coscodai, recomendando: "Um bom time começa no planejamento competente, na organização de um fluxo de investimentos compatível com a realidade financeira e na responsabilidade perante todos os stakeholders. Antes de ganhar campeonatos é preciso buscar ser campeão na administração".
O presidente do Ibracon lembra, ainda, que os clubes-empresa estarão sujeitos a controles e sanções mais rígidas do que tiveram até hoje como entidades sem fins lucrativos. No caso das companhias com ações em bolsa, terão de seguir as normas estabelecidas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ter estatutos, realizar assembleias de prestação de contas aos associados e adotar todos os procedimentos de companhias que emitem ações. Com a transformação, os clubes terão, conforme a nova lei, instrumentos para capitalização de recursos e para o financiamento próprio, como a emissão de títulos de dívida (debêntures-fut), atração de fundos de investimento e, como já dito antes, lançamento de ações na Bolsa de Valores.
Será fundamental que os novos clubes-empresa tenham capacidade de gestão, governança corporativa e um sistema de informações financeiras eficaz, de modo que seus balanços e as opiniões e recomendações dos profissionais da área contribuam para a gestão eficiente. Nesse sentido, uma auditoria independente, obrigatória para qualquer entidade futebolística, em qualquer modelo societário, também oferecerá suporte relevante. "A nova lei pode permitir uma grande virada no jogo do endividamento dos times brasileiros. Entretanto, os que desperdiçarem essa chance que se abre na marca do pênalti, poderão perder de goleada para seus próprios equívocos de governança", concluiu.
Eliminam o direito das crianças e mulheres, torturam e matam os que se opõem a eles
*Aleff Amorim
O mundo está atônito. Depois de 20 anos, o Afeganistão volta a viver uma tragédia política e social com a retomada do regime Talibã no país. Acompanhamos cenas terríveis de desespero e angústia no aeroporto com uma multidão tentando fugir do terror de um governo opressor.
Vamos dar um passo atrás e entender o contexto. O Talibã, que em pachto significa estudantes, é um movimento fundamentalista e nacionalista islâmico que se propagou no Paquistão e, fortemente, no Afeganistão, a partir de 1994 e governou uma boa parte do Afeganistão entre anos de 1996 e 2001.
Ao analisar mais profundamente o que o Talibã professa, podemos entender que se trata de uma interpretação ilegitima e desequilibrada do Alcorão. Eliminam o direito das crianças e mulheres, torturam e matam os que se opõem a eles. Em seu último governo, na década de 1990, as mulheres não podiam trabalhar nem estudar, eram obrigadas a ficarem confinadas em casa, além da obrigatoriedade do uso da burca (vestimenta que só deixa os olhos à mostra) e os homens não podiam tirar a barba. Muitos dos que os contrariavam eram açoitados e executados publicamente.
Isso se repetiu também no ocidente. Um exemplo foi a “Santa Inquisição”, nome dado a autoridades eclesiásticas que colocavam a responsabilidade das torturas e atrocidades "em nome de Deus", lutando contra o que se opunha a eles e sua interpretação incoerente das Escrituras.
É possível, então, viver uma fé equilibrada em sociedade? Sim, essa harmonia é encontrada quando o que fazemos não machuca os outros e a criação de Deus, mas pelo contrário a fortalece e impulsiona. No exato momento que a nossa fé machuca o próximo, precisamos repensar e refletir.
Muito se faz em nome de Deus, quando muitas vezes o próprio não está participando disso. O amor precisa ser a ênfase de nossa interpretação, partindo disso, teremos uma leitura coerente e saudável do que professamos. O efeito desta atitude, de viver longe dos extremos, será praticar o bem, para o outro, para nós e para a humanidade.
*Aleff Amorim é teólogo, escritor e autor dos livros Agitadores e Sempre foi Sobre Jesus