sexta-feira, 23 de junho de 2017

Até quando a elite podre segura Michel Temer?



Luís Alberto Alves

A elite podre, que suga o Brasil desde 1500, vai agüentar o despresidente Michel Temer até quando? O ano de 2017 já está perdido empresarialmente. Qual o executivo de negócios, com muito dinheiro em caixa e empreendedor, vai investir neste País, no atual quadro???

Rede Globo
A Rede Esgoto continua cacifando a queda de Michel Temer. Curioso é que meses atrás os seus telejornais não citavam um segundo de crítica ao governo. Era como se o Brasil surfasse nas ondas da riqueza e não existisse desemprego, aumento da violência, pobreza....

Fim?
Parece que o fim da linha chegou ao tucano senador playboy Aécio Neves. Abusou da sorte e achou que a chapa não esquentaria para o seu lado. O mal de todo esperto: só ele é inteligente e outros são burros! Politicamente perdeu a confiança do eleitor e de quem dava dinheiro a ele para fazer lavagem...

Saúde
Cuide de sua saúde. Principalmente os leitores do sexo masculino. Caso tenha passado dos 40 anos, não tenha medo de ir ao urologista para o famoso e temido, por alguns, exame de toque. É melhor assim, do que a próstata lhe pregar uma surpresa desagradável...

Reformas
As reformas trabalhista e previdenciária passam no Congresso Nacional e acabam com todas as conquistas obtidas nas últimas décadas? Dependerá do fôlego e vontade do brasileiro. Se todos forem às ruas, sem baderna, e colocar a boca no trombone, os políticos entenderão o recado. Do contrário...

Nunca se esqueçam: em terra de cego, quem tem um olho enxerga tudo!!!


Blairo Maggi deve ir aos EUA tratar de suspensão à importação de carne bovina


  • Brasília
Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil
Brasília - O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Blairo Maggi, na cerimônia de lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018 (Beto Barata/PR)
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi,  disse serão enviadas as informações necessárias às autoridades americanas e ele irá ao país em busca de reestabelecer as importações do produto brasileiro Beto Barata/PR
O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse que deve viajar aos Estados Unidos para prestar esclarecimentos e tentar reverter a suspensão à importação de carne bovina fresca vinda do Brasil. Ontem (22), o governo americano anunciou a suspensão alegando preocupações recorrentes em relação à segurança dos produtos destinados ao mercado americano.
Segundo Maggi, serão enviadas as informações necessárias às autoridades americanas e então ele irá ao país em busca de reestabelecer as importações do produto brasileiro.
“Como é uma suspensão temporária, estaremos trabalhando na semana que vem para finalizar os planos que já vinhamos fazendo no ministério e pretendo, assim que possível, assim que os americanos receberem as informações do Brasil, me deslocar até os Estados Unidos com uma equipe para que a gente possa fazer as discussões necessárias e reestabelecer este mercado tão importante que o Brasil conquistou nos últimos anos”, disse Maggi em áudio divulgado nas redes sociais.
Em comunicado, o secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue, informou que a suspensão dos embarques permanecerá em vigor até que o Ministério da Agricultura brasileiro tome as medidas corretivas que o Departamento de Agricultura americano considere satisfatórias. A suspensão atinge as 13 plantas frigoríficas brasileiras que estavam habilitadas a exportar para os Estados Unidos.
Blairo disse ainda que o governo brasileiro já estava atento ao assunto e na última quarta-feira (21) suspendeu as exportações de carne bovina fresca de cinco frigoríficos brasileiros para os Estados Unidos, depois de autoridades sanitárias americanas identificarem irregularidades provocadas pela reação a componentes da vacina contra a febre aftosa. Ele explicou que a reação provoca um caroço na carne no local onde o animal é vacinado que, no entanto, não oferece risco à saúde pública.
Segundo o ministro Blairo Maggi, será aberta uma investigação para apurar o tipo de reagente que está sendo utilizado na vacina e se de fato está deixando os resíduos nas carnes exportadas para os Estados Unidos.
O ministro disse que o governo brasileiro trabalha para resolver o problema de forma rápida. “Concordamos com a posição americana, vamos corrigir, porém, temos que lutar porque é um mercado muito importante”, disse. E completou “Vamos correr atrás e tentar resolver esse assunto o mais rápido possível já que a pecuária brasileira passa por um momento muito difícil, com preços baixos para os produtores”.
Em julho do ano passado, após 17 anos de negociações, o Ministério da Agricultura concluiu acordo com os Estados Unidos para exportação de carne bovina fresca para o mercado norte-americano. Até então, os brasileiros vendiam apenas carne bovina industrializada para os Estados Unidos em função das rigorosas exigências sanitárias impostas pelo país.

Ministro Fachin diz que não se pode “demonizar a política”


  • Brasília
Felipe Pontes - Repórter da Agência Brasil
ministro Edson Fachin
O ministro Edson Fachin disse que não está na justiça criminal “a resposta de todos os males” do BrasilCarlos Moura/SCO/STF
O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), disse hoje (23), em Brasília, que não se pode “demonizar a política”, afirmando, em seguida, que não está na justiça criminal “a resposta de todos os males” do Brasil.

O ministro discursou na abertura de uma palestra, organizada por ele, em um dos plenários do STF, sobre Fraternidade e Humanidade no Direito. Ele disse que “não há crise institucional no Brasil”, podendo o país “orgulhar-se da democracia que tem”, mas acrescentou ser necessário avançar no que chamou de “redenção constitucional”.

“Nela não está em primeiro plano a atuação hipertrofiada do magistrado constitucional, embora deva, quando chamado, responder com firmeza e serenidade. Em primeiro plano está a espacialidade da política, dos representantes da sociedade e a própria sociedade”, disse.
Magistrado não deve condenar por ódio

Antes, Fachin afirmou que “nenhum juiz com verdadeira vocação condena por ódio”. O ministro destacou que, ao completar neste mês dois anos de STF, seu gabinete acumula 142 inquéritos penais, 117 dos quais vinculados à Lava Jato, todos envolvendo políticos com prerrogativa de foro no STF como parlamentares e ministros.

Apesar disso, Fachin ressaltou a importância “da democracia representativa, da sociedade, do Parlamento e dos parlamentares, dos agentes públicos que, mesmo nos dissensos, constroem consensos”.

Compras de medicamentos para o SUS devem ser registradas em banco de preços


  • Brasília
Andreia Verdélio - Repórter da Agência Brasil
Todas as compras de medicamentos realizadas no país para o abastecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) terão seus preços registrados no Banco de Preços em Saúde (BPS). A medida vale para o Ministério da Saúde, estados, municípios e o Distrito Federal que, agora, passam a alimentar de forma obrigatória o sistema. Até então, a adesão era voluntária.
Segundo o Ministério da Saúde, a ferramenta é gratuita e de acesso aberto ao público de forma a dar  mais transparência ao uso dos recursos públicos e o conhecimento dos preços dos medicamentos praticados no país.
“O banco vai proporcionar o aumento da concorrência e maior condições para a negociação de preços junto aos fornecedores e fabricantes, gerando economia para o sistema de saúde”, informou o ministério, em nota.
O cadastramento dos novos usuários e a atualização do Banco de Preços em Saúde devem ser feitos entre 1º de setembro a 30 de novembro deste ano. Já o envio das informações de compras homologadas, referente ao exercício 2017, deverá ser iniciada a partir de 1º de dezembro de 2017.
Para realizar consultas ao sistema e registros de compras é necessário fazer o cadastro de usuário pelo link aplicacao.saude.gov.br/bps/login . O ministério informou que, gradualmente, outros produtos, além dos medicamentos, também terão seu registro obrigatório no BPS.
Os dados poderão ser consultados de forma regionalizada, por modalidade de compra, tipo de compra, faixa de quantidades adquiridas, por fabricantes e fornecedores, dentre outras possibilidades de pesquisa.
O banco tem atualmente 4.808 itens de medicamentos disponíveis para cadastro de compras e consultas. Ele é alimentado atualmente por 24 estados e por 580 municípios brasileiros, além da União. Levantamento feito pelo Ministério da Saúde, até novembro de 2016, apontou que 73% dos participantes conseguiram reduzir os preços dos medicamentos nas licitações ou compras diretas.

Pobreza pode cair pela metade se adultos completarem ensino secundário, diz ONU


  • Nova York (EUA)
Da ONU News
Milhões de pessoas em todo o mundo podem escapar da pobreza se tiverem ao menos dois anos de ensino secundário afirma a Unesco
Milhões de pessoas em todo o mundo podem escapar da pobreza se tiverem ao menos dois anos de ensino secundário afirma a UnescoFoto: ONU/Marco Dormino
A pobreza mundial pode cair pela metade se todos os adultos terminarem o ensino secundário, afirma a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), com base no recém-lançado estudo Reduzindo a pobreza global através das educações primária e secundária.
Apesar dessa constatação, novos dados do Instituto de Estatística da agência da ONU mostram altas taxas de jovens fora da escola em muitos países. Isso significa que os níveis de graduação secundária continuarão abaixo das metas para as próximas gerações. A informação é da ONU News.
No próximo mês o Conselho Econômico e Social da ONU realiza na sede das Nações Unidas, em Nova York. um Fórum Político de Alto Nível que terá como foco a erradicação da pobreza. Nesse sentido, o documento da Unesco demonstra a importância de se reconhecer a educação como "a alavanca central" para acabar com a pobreza em todas as suas formas e em todos os lugares.
Boa notícia
A chefe da Unesco, Irina Bokova, disse que a nova análise divulgada pela agência deve ser vista como uma boa notícia para os que trabalham para erradicar a pobreza até 2030, seguindo os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) das Nações Unidas.
Ela afirmou que a comunidade internacional tem agora um plano concreto para garantir que as pessoas não tenham que viver com apenas alguns dólares por dia. Segundo ela, esse plano privilegia a educação em primeiro lugar.
A Unesco afirma que 60 milhões de pessoas podem escapar da pobreza se todos os adultos tiverem dois anos de ensino secundário e, no caso de uma graduação, esse número sobre para 420 milhões fora da pobreza.
O documento revela ainda que 9% das crianças no mundo não têm acesso ao ensino primário e esse índice aumenta nos níveis educacionais mais altos. No total, 267 milhões de crianças, adolescentes e jovens estavam fora das escolas em 2015.
Dos 61 milhões de crianças que não frequentam uma sala de aula no ensino primário, a agência da ONU alerta que quase 30% nunca pisarão numa escola. As meninas são as que mais sofrem com essa situação nos países pobres. Nas nações de baixa renda, mais de 11 milhões de meninas em idade escolar primária estão fora dos colégios em comparação a 9 milhões de meninos.
A boa notícia é que as meninas que conseguem começar a estudar tendem a finalizar o ensino primário e a buscar o ensino secundário.

Sem palavras


Ataque ao trabalhador