O inverno é a época do ano em que as doenças respiratórias mais se exacerbam. Nos idosos, as infecções virais são mais comuns. E ainda podem se confundir com os efeitos trazidos pelo Covid-19. Para a geriatria Simone Henriques, do Residencial Club Leger, instituição voltada ao acolhimento de pessoas da terceira idade, em caso de sintomas gripais, é importante procurar atendimento médico para melhor avaliação. Ela destaca que o Covid tende a agravar os sintomas respiratórios após o sétimo dia de evolução, tornando imprescindível o tratamento precoce. - Por isso, é fundamental a imunização contra influenza. Há também a necessidade de fazer a imunização para o pneumococo, pois reduz a chance de pneumonia bacteriana, que pode complicar bastante o quadro de saúde do idoso - acrescenta a médica. Ela também destaca a necessidade de reforçar o cardápio com alimentos que melhoram a imunidade, como as frutas cítricas, gengibre, alho, brócolis, cenoura e castanhas, entre outros. - É fundamental não esquecer da atividade física, que, mesmo em casa, ajuda a manter a imunidade. Assim como repor vitamina D, principalmente nesse momento de pandemia, em que a exposição ao sol está ainda mais difícil pelo isolamento - ressalta a geriatria do Residencial Club Leger. | |
quinta-feira, 9 de julho de 2020
Inverno exige mais cuidados para evitar problemas respiratórios em idosos
Rio tem mais de 11 mil mortes e 128 mil infectados pela covid-19
Em 24 horas foram registrados 145 óbitos pelo novo coronavírus
O estado do Rio do Janeiro registrou 145 óbitos por covid-19, nas 24 horas entre o boletim divulgado ontem (8) e o de hoje. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, desde o início da pandemia até esta quinta-feira (9) foram registrados 11.115 óbitos pelo novo coronavírus no estado e 128.324 casos confirmados da doença. Há ainda 998 óbitos em investigação. Entre os casos confirmados, 106.678 pacientes se recuperaram da doença.
Óbitos
Dos 11.115 mortos de covid-19 no estado, o município do Rio de Janeiro tem o maior número de mortos pela doença, 7.178 vítimas. Em seguida, vem São Gonçalo ( 493); Duque de Caxias (468); Nova Iguaçu (361); São João de Meriti (248); Niterói (234); Belford Roxo (186); Magé (140); Itaboraí (135); Campos dos Goytacazes (126); Mesquita (112); Petrópolis (98); Angra dos Reis e Macaé ( 89) estão entre as cidades com maior número de mortes.
Infectados
Entre os infectados pela covid-19 no estado, a cidade do Rio de Janeiro lidera com 63.396 casos confirmados da doença. Depois vem Niterói (6.969); São Gonçalo (6.020); Nova Iguaçu (3.589); Duque de Caxias (3.506); Macaé (3.186); Itaboraí (2.738); Angra dos Reis (2.427); Campos dos Goytacazes (2.141); Volta Redonda (2.090); São João de Meriti (1.826); Queimados (1.820); Magé (1.783); Itaguaí (1.649); Belford Roxo (1.576) e Maricá ( 1.509), estão entre os municípios com maior número de infectados.
Informações
Para mais informações, acesse o painel de monitoramento de casos no estado do Rio de Janeiro em painel.saude.rj.gov.br.
sexta-feira, 3 de julho de 2020
Fogo da lava jato chega às penas do tucano José Serra
Liso, escapava sempre. Até que o fim da linha chegou para ele
Luís Alberto Alves/Hourpress
Hoje (3) as penas do tucano
José Serra foram chamuscadas por uma operação da Polícia Federal. Como sempre
acontece, quando representantes da elite viram alvo da Justiça, a mesma
conversa se repete: “isto é caça às bruxas, não devo nada a ninguém”, repetem
os acusados.
Engraçado, desde que comecei a
exercer a profissão de jornalista em 1987, ouço a velha história de que
bandidos só existiriam nos partidos de esquerda. Nos de direita, só reina a
honestidade. Ao revisar os últimos 50 anos, para ser modesto, muito peixe
graúdo de direita esteve na rede dos crimes de colarinho branco.
Verônica
No caso de Serra, o engenheiro
Paulo Vieira de Souza, ex-diretor da Dersa (Desenvolvimento Rodoviários S/A),
homem de confiança em governos tucanos como operador do partido, resolveu abrir
o bico em mais essa denúncia contra o ex-governador de São Paulo e atual
senador pelo PSDB/SP.
Serra e sua filha Verônica
Allende Serra, são acusados de lavagem de dinheiro transnacional. Souza,
conhecido nos bastidores políticos como Paulo Preto, demorou a cair na rede da
polícia. Liso, escapava sempre. Até que o fim da linha chegou para ele.
Palocci
Ao perceber que iria tomar
banho frio durante muitos anos e tomar chá de canequinha e ter como colchão,
uma laje de concreto, numa cela, contou tudo que sabe sobre o esquema de
propina cobrada por Serra de empreiteiras.
Embaixo deste angu tem muito
caroço. Serra seria apenas a ponta do iceberg que envolve o tucanato, assim
como ocorreu com o PT, quando Palocci começou a falar tudo o que sabia. O
resultado todos sabem. O problema é que político brasileiro só vai em cana,
quando o processo já prescreveu.
Tucano
mor
Se fosse na Europa ou Estados
Unidos, muitos tubarões do PSDB, PMDB, Democrata e de outras siglas de aluguel,
já estariam na cadeia há muito tempo. Infelizmente, só ladrões de celulares e
de xampu sofrem os rigores da Justiça no Brasil. Vou aguardar o que vai
acontecer com o tucano mor José Serra.
Antes que joguem pedras em mim,
não sou favorável a nenhum partido que assumiu o poder no Brasil, nos últimos 25
anos. Bandidos existem em todos eles. Usam o Congresso Nacional para ganhar
dinheiro. Quanto ao povo, para essa turma não passa de um punhado de gente sem
qualquer importância.
Nunca
se esqueçam: em terra de cego, quem tem um olho enxerga tudo!!!
quinta-feira, 2 de julho de 2020
Pesquisa revela que isolamento social nas favelas chegou a 68%
O principal motivo para ficar em casa é o medo de ficar doente (68%)

Pesquisas inéditas produzidas pelo Outdoor Social®, realizadas com moradores das principais favelas do Brasil: Cidade de Deus (AM), Pirambú (CE), Sol Nascente (DF), Coroadinho (MA), Aglomerado da Serra (MG), Baixada da Estrada Nova Jurunas (PA), Baixada da Condor (PA), Casa Amarela (PE), Rocinha (RJ), Complexo do Alemão (RJ), Complexo Maré (RJ), Rio das Pedras (RJ), Paraisópolis (SP) e Heliópolis (SP) revelaram dados interessantes.
As favelas mantiveram um índice de 68% de isolamento social. O principal motivo para ficar em casa é o medo de ficar doente (68%). Os que saem de casa (32%), e declaram que o fazem por necessidade de trabalhar (84%);
•A existência do vírus é percebida por 90 % dos entrevistados, com uma preponderância das mulheres (54%) em detrimento dos homens (46%);
•O Covid-19 é uma realidade para 79% dos entrevistados. A doença chegou perto das pessoas conhecidas. A crença na existência do vírus é mais forte quando há pessoas infectadas no círculo social dos entrevistados;
•Mesmo desempregados, moradores das comunidades estão esperançosos de conseguir um trabalho quando a pandemia passar - 62% dos entrevistados, sem vínculo empregatício, acreditam que vão ter um emprego quando a pandemia passar. Destes, 59% são mulheres;
•40% dos que confiam em conquistar uma vaga acreditam que terão um salário menor quando a pandemia passar. As mulheres estão mais otimistas quanto ao aumento do valor do salário.
segunda-feira, 29 de junho de 2020
Tempo de trabalho infantil vale para aposentadoria, decide STJ
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou que o tempo de trabalho rural infantil pode ser computado para efeitos previdenciários. Na decisão, o tribunal reconheceu a ilegalidade do trabalho infantil, mas entendeu que não somar o tempo para o cálculo da aposentadoria é punir o trabalhador duas vezes. 
O caso, julgado no inicio deste mês, envolveu um homem que começou a trabalhar com a família na zona rural aos 11 anos de idade e pediu à Justiça que o período trabalhado antes de completar 14 anos fosse somado ao tempo de serviço para solicitação da aposentadoria da Previdência Social. Nas instâncias inferiores, somente o período trabalhado a partir dos 14 anos foi aceito por ser permitido por lei.
No STJ, a Primeira Turma manteve a jurisprudência do tribunal e entendeu que não há idade mínima para reconhecimento do período de trabalho rural infantil para fins previdenciários.
No voto sobre a questão, o ministro Napoleão Nunes Maia, relator do caso, afirmou que o reconhecimento não é uma chancela do Judiciário ao trabalho infantil.
“Reafirma-se que o trabalho da criança e do adolescente deve ser reprimido com energia inflexível, não se admitindo exceção que o justifique. No entanto, uma vez prestado o labor o respectivo tempo deve ser computado, sendo esse cômputo o mínimo que se pode fazer para mitigar o prejuízo sofrido pelo infante, mas isso sem exonerar o empregador das punições legais a que se expõe quem emprega ou explora o trabalho de menores”, disse.
No dia 12 deste mês, em referência ao Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, diversas entidades lembraram que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem cerca de 2,5 milhões de crianças e adolescentes trabalhando ilegalmente.
Estudo revela precariedade em presídios e agressões contra detentos
Ítalo Alexandre dos Santos ingressou no sistema prisional de Minas Gerais por roubar, aos 19 anos, um carro. Único negro entre os cinco jovens que cometeram o crime, somente ele teve que cumprir pena, após sentença fixada em cinco anos e quatro meses, dos quais permaneceu preso por um ano e dois meses.
Cerca de uma década depois, voltou ao regime de privação de liberdade por outro roubo de carro, que havia praticado anos antes, ficando detido por 70 dias. A mãe, Maria Teresa Dos Santos, conta que, ao retornar ao lar, ele desenvolveu o hábito de tomar vários banhos, diariamente. O costume foi a forma que o filho encontrou de tentar remover o odor das celas, que ele sentia ter impregnado seu corpo, segundo ela.
Maria Teresa viu o filho uma única vez na prisão. Em várias das ocasiões em que compareceu, os agentes penitenciários dificultavam sua entrada, exigindo, a cada momento, um documento de identificação diferente. Mesmo sentindo revolta com a arbitrariedade, dava meia volta, impotente, e regressava a sua casa. Nos encontros com a irmã, mais frequentes, Ítalo Alexandre se queixava da alimentação que recebia, muito distinta da preparada pela mãe, cozinheira profissional, que chegou, inclusive, a abrir um restaurante. Durante o período de enclausuramento, Ítalo Alexandre também viu companheiros de cela serem agredidos fisicamente por agentes penitenciários, o que chegou a relatar à família, com medo de que se tornasse mais um alvo.
Ítalo Alexandre faleceu aos 34 anos de idade, de ferimentos a bala. O assassinato ocorreu depois de defender uma vizinha vítima de violência doméstica, cujo agressor era o próprio companheiro.
Os atos de abuso de autoridade e a indiferença que Ítalo Alexandre vivenciou na prisão mobilizaram a mãe, que hoje é presidente da Associação de Amigos e Familiares de Pessoas em Privação de Liberdade e também coordenadora da Frente Estadual pelo Desencarceramento de Minas. As violações de direitos também são apontadas em estudo da Sapori Consultoria em Segurança Pública, feito sob encomenda da Associação Voluntários para o Serviço Internacional do Brasil, com o apoio do Ministério Público de Minas Gerais, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais e da Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados.
De acordo com o levantamento, divulgado na quinta-feira (25), mais da metade (51,3%) dos detentos entrevistados declarou que a quantidade de comida que recebem é insuficiente e 73,03% deles classificaram as refeições como péssimas ou ruins. Outro aspecto avaliado foi a estrutura das celas. Para a maioria (92,3%), o espaço é pequeno demais e a temperatura inadequada (94,8%), além de não ter luz natural (88,2%). Tão essenciais para qualquer pessoa, como a iluminação ou alimentação adequadas, os banheiros foram considerados ruins ou péssimos para 85,2% dos apenados ouvidos.

A pesquisa revela, ainda, que agressões perpetradas por agentes penitenciários ocorrem frequentemente, o que demonstra que têm sido toleradas pelas autoridades governamentais. No total, cerca de 85% dos entrevistados disseram ter sido vítimas de pelo menos uma das formas de agressão física indicadas no questionário: ser atingido por spray de pimenta (53%) ou por balas de borracha (20,7%) e ser ferido por tapas e socos (17,5%), chutes (16,1%) e pauladas (7,7%).
No sistema prisional mineiro, também é comum castigar os prisioneiros por meio de isolamento. Ao todo, 18% dos entrevistados declararam já ter sido colocados em algum tipo de confinamento de solitária, em cela escura ou sem ventilação, por mais de 15 dias.
Os números apresentados também tratam da cobertura de assistência em saúde. Segundo os autores da pesquisa, essa esfera "tem sido negligenciada em todas as perspectivas", o que se observa pela proporção de presos que disse não ter sido atendido em sua demanda por consultas médicas, odontológicas ou psicológicas. Metade deles fez tal afirmação.
Mercado de trabalho
Maria Teresa comenta que o filho tentou se estabelecer financeira e profissionalmente, mas que esbarrou em preconceito ao se candidatar a vagas de emprego. "Ele saiu do cárcere, não cometeu outro delito e não conseguiu ser reinserido no mercado de trabalho. Ele passou os últimos dez anos da vida dele pelejando para ser inserido. Era motorista, tinha formação, carteira para dirigir caminhão, dirigir carga viva, pesada e perigosa, e não conseguia emprego porque, quando a empresa descobria que tinha passagem pelo sistema prisional, dispensavam. Ficou lavando carro, capinando lote", diz ela.
"Trabalhou em uma empresa na frente de casa, cobrindo férias do pessoal. Depois, em 2017, ele conseguiu arrumar emprego de motorista e saiu a condenação do outro processo dele. O juiz mandou prender e ficou 70 dias preso. Isso foi o que atrapalhou completamente a vida dele. Depois de sair da prisão, não conseguiu trabalho mais, ficou muito deprimido e dependia da nossa ajuda para criar o filho dele", emenda.
O muro que acaba afastando os egressos do sistema das demais pessoas é algo pelo que Ítalo Alexandre passou, conforme narrou Maria Teresa. Apesar de haver promessas de que a prisão possa servir como um mecanismo de recuperação dos detentos, não é o que os resultados da pesquisa feita em Minas Gerais apontam. Isso se explica através de três índices: 93% dos entrevistados afirmaram não ter tido a oportunidade de realizar cursos profissionalizantes durante o período em que ficaram presos, 75% informaram não ter tido chances de estudo na maior parte do tempo e quase 70% não tiveram oportunidades de trabalho.
Defensora de penas alternativas à privação de liberdade, Maria Teresa lembra que grande parte da população carcerária do Brasil é composta por presos provisórios, precisamente mais de um terço, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Os presos provisórios são aqueles que cumprem pena sem ter recebido condenação definitiva. "Já teve o caso de um assistido da associação que ficou três anos preso e, quando veio o julgamento dele, foi absolvido e saiu do presídio cego de um olho", diz ela.
"Há uma política de genocídio da população prisional", sustenta a representante do movimento, acrescentando que, durante a pandemia, os familiares dos presos têm sido informados apenas de estatísticas, ficando no escuro quanto ao estado de saúde de seus entes queridos.
Atualmente, o sistema prisional brasileiro tem cerca de 748 mil presos, distribuídos em 1.435 unidades. Trata-se da terceira maior população carcerária do mundo. Em Minas Gerais, as unidades concentram 74.712 detentos.
Conforme apurou a Agência Brasil, a maioria dos presos (39,42%) responde por crimes relacionados às drogas como o tráfico. Em segundo lugar, vêm os presos acusados de crimes contra o patrimônio (36,74%).
A reportagem buscou obter um posicionamento da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública sobre as denúncias feitas através da pesquisa, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem
Brasil registra retração de 331,9 mil postos de trabalho em maio
Todas as regiões extinguiram empregos com carteira assinada
Prejudicado pela crise econômica gerada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19), o emprego formal registrou, em maio, o terceiro mês seguido de desempenho negativo. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, 331.901 postos de trabalho com carteira assinada foram fechados no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.
Apesar do encolhimento do emprego formal, houve melhora em relação a abril, quando haviam sido fechados 860.503 postos. A retração de empregos totaliza 1.144.118 de janeiro a maio.
Setores
Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados fecharam empregos formais em maio. A estatística foi liderada pelos serviços, com a extinção de 143.479 postos, seguido pela indústria (de transformação, de extração e de outros tipos), com 96.912 postos a menos. Em terceiro lugar, vem o comércio com o fechamento de 88.739 postos de trabalho.
O nível de emprego diminuiu na construção civil com o fechamento de 18.758 postos. Somente o grupo que abrange agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura criou empregos com carteira assinada no mês passado, com a contratação de 15.993 pessoas.
Destaques
Nos serviços, a extinção de empregos foi puxada pelo segmento de alojamento e alimentação (que engloba hotéis e restaurantes), com o fechamento de 54.313 postos formais. A categoria de serviços de informação, comunicação e atividades financeiras, atividades imobiliárias, profissionais e administrativas fechou 37.687 vagas.
Na indústria, o destaque negativo ficou com a indústria de transformação, que demitiu 94.236 trabalhadores a mais do que contratou. Em segundo lugar, ficou a indústria de água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação, que fechou 2.209 vagas.
As novas estatísticas do Caged, apresentadas desde o mês passado, não detalham as contratações e demissões por segmentos do comércio. A série histórica anterior separava os dados do comércio atacadista e varejista.
Regiões
Todas as regiões brasileiras extinguiram empregos com carteira assinada em maio. O Sudeste liderou o fechamento de vagas, com 180.466 postos a menos, seguido pelo Sul com menos 78.667 postos e pelo Nordeste com menos 50.272 postos. O Centro-Oeste fechou 12.580 postos de trabalho e o Norte extinguiu 10.151 postos formais no mês passado.
Na divisão por unidades da Federação, apenas o Acre registrou saldo positivo, com a criação de 130 vagas com carteira assinada. As maiores variações negativas ocorreram em São Paulo com o fechamento de 103.985 postos; Rio de Janeiro, 35.959 postos; Minas Gerais, 33.695 postos, e Rio Grande do Sul, 32.106 postos de trabalho.





